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  <title>MK2 - Reviews</title>
  <link>http://www.mk2.pt</link>
  <description>Mk2 soluÃ§Ãµes para dj's e produtores</description>
  <item>
    <title>Arturia The Player by HARMONY CENTRAL & SONIC STATE</title>
    <pubDate>Fri, 15 Oct 2010 23:00:00 +0000</pubDate>
    <link>http://www.mk2.pt/review.php?id=150</link>
    <description><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Tens um pc/mac modesto (provavelmente um laptop), com uma configura&ccedil;&atilde;o direccionada para produzir, com um dos sequenciadores (D.A.W.) habituais, ou mesmo at&eacute; com uma vers&atilde;o lite que te foi disponibilizada aquando da compra de um interface audio (por exemplo). Mas agora, tens a necessidade de ter um teclado, n&atilde;o s&oacute; para tocar umas notas mas tamb&eacute;m para disparar loops no Ableton live, ou para ter um controle de mute no Reason, controlar um filtro no Cubase ou logic.<br />Que teclado deves comprar &eacute; a pergunta que certamente assola a tua mente?</strong><strong> <br /></strong></p>
<p style="text-align: center;"><br /><img style="vertical-align: middle;" src="http://www.mk2.pt/file/reviews/banner_player.gif" alt="" width="432" height="306" /><br /><br /><br /><strong><em><span style="font-family: mceinline;">Review por Craig Underton @ Harmony Central</span></em></strong></p>
<p>&nbsp;Algo como um sintetizador com teclado &eacute; demasiado caro apenas para este prop&oacute;sito, e subitamente apercebes-te que uma vez havendo uma variedade de controladores bastante bons no mercado n&atilde;o ter&aacute;s grande problema na escolha ou quantidade de op&ccedil;&otilde;es, &eacute; ai que provavelmente vais parar e pensar que talvez fosse vantajoso aumentar tamb&eacute;m o teu "soundbank" de trabalho. Provavelmente at&eacute; &eacute;s guitarrista, cantas, ou d&aacute;s uns toques num qualquer instrumento, e na verdade at&eacute; s&oacute; queres ter uma teclado para ires tentando domar a &ldquo;besta D.A.W&rdquo; (Digital Audio Workstation, vulgarmente designado por, sequenciador). Tens toda a raz&atilde;o em deduzir que seria bem mais f&aacute;cil com um controlador midi tocar aquele bassline daquele synth &eacute;pico dos 80s na tua mais recente m&uacute;sica em jeito revivalista, ou o riff que anda &aacute;s voltas na tua cabe&ccedil;a &aacute;s meses.</p>
<p>P&aacute;ras por mais dois segundos, tens um &ldquo;dialogo s&eacute;rio&rdquo; com o teu espa&ccedil;o de trabalho, confirmas o teu saldo banc&aacute;rio, e apercebes-te que est&aacute;s limitado tanto em espa&ccedil;o f&iacute;sico como em or&ccedil;amento, logo vais querer algo pequeno e pouco caro, apesar de n&atilde;o quereres um teclado que mais se pare&ccedil;a com um brinquedo fr&aacute;gil <em>&aacute; la </em>Toys R Us.</p>
<p>Apercebes-te depois que est&aacute;s a ler este review. Subitamente, acende-se a luz na tua cabe&ccedil;a e...tadaaaa! A Arturia tem exactamente o produto que precisas , o <strong>Analog Experience The Player (25 teclas)</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O Hardware</strong><br />O "The Player" &eacute; um pack composto por um teclado controlador midi via USB, de 25 teclas e por um instrumento virtual multi-plataforma (Stand-Alone, VST/AU/RTAS) com 1000 sons, vindos directamente do alinhamento de instrumentos virtuais comercializados pela Arturia. (ARP 2600V, CS-80V, Jupiter-8V, Minimoog V, Modular Moog V, Prophet V, e Prophet VS). <br />Em termos pr&aacute;ticos esta &eacute; uma vers&atilde;o "lite" do Analog Factory Experience, que por sua vez &eacute; uma colec&ccedil;&atilde;o dos melhores sons das emula&ccedil;&otilde;es dos sintetizadores cl&aacute;ssicos vintage, com capacidades de edi&ccedil;&atilde;o reduzidas ao essencial. Perfeito para quem n&atilde;o quer nem gosta de perder muito tempo de volta de par&acirc;metros complicados, mas adora o "poder" dos anal&oacute;gicos e quer ter um controlo simplificado dos mesmos!&nbsp;<br /><br /><strong>Vejamos o controlador.</strong><br />Uma das coisas que infelizmente as fotografias ainda n&atilde;o conseguem mostrar &eacute; a robustez dum dispositivo. E este tem-na para dar e vender.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="http://www.mk2.pt/file/reviews/back_the_player.gif" alt="" width="449" height="324" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vejam o controlador como um tanque Panzer ultra est&aacute;vel em ponto pequeno. Totalmente feito em metal, incluindo a parte inferior do controlador. Se temem que por ser uma coisa t&atilde;o pequena possa andar sempre a saltar de um lado para o outro no vosso espa&ccedil;o de trabalho? N&atilde;o t&ecirc;m que se preocupar, uma vez que ele fica colado ao s&iacute;tio onde o colocam (a n&atilde;o ser que sejam veteranos da selec&ccedil;&atilde;o Sovi&eacute;tica de pesos e alteres ainda a exercer na clandestinidade, ou que usem uma t&eacute;cnica semelhante &agrave; do King Kong).<br />O acabamento das laterais, &eacute; mesmo madeira, n&atilde;o um pl&aacute;stico a imitar na perfei&ccedil;&atilde;o a madeira.</p>
<p>As teclas t&ecirc;m a resposta t&iacute;pica de sintetizador, ou seja n&atilde;o s&atilde;o de "piano"/ pesadas ou semi-pesadas) s&atilde;o talvez um tudo ou nada la&ccedil;as, mas isso at&eacute; d&aacute; um toque agrad&aacute;vel e o mais importante: a velocidade de resposta &eacute; previs&iacute;vel. N&atilde;o tem aftertouch, mas tamb&eacute;m dificilmente se iria encontrar tal especifica&ccedil;&atilde;o num produto dentro deste patamar de pre&ccedil;os.</p>
<p>Os controles painel frontal, (ou painel superior) consistem em um joystick que controla simultaneamente o pitch bend (eixo do x)&nbsp; e a modela&ccedil;&atilde;o (eixo do y), sete bot&otilde;es e sete rotativos (sem fim - endless rotary encoders ). Iremos abord&aacute;-los quando chegarmos &agrave; parte dos sons em si. De lembrar que apesar de tudo, isto continua a ser um controlador MIDI, logo funciona com um sem fim de dispositivos MIDI, compatibilidade absoluta e universal!</p>
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<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="http://www.mk2.pt/file/reviews/back_connections_player.gif" alt="" width="449" height="288" /></p>
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<p>O controlador &eacute; alimentado via USB, mas, caso esteja a utiliz&aacute;-lo sem um computador, o painel traseiro tem um interruptor de corrente bem como um jack para colocarem um adaptador de corrente (que n&atilde;o vem inclu&iacute;do de f&aacute;brica). Ir&atilde;o encontrar uma porta USB (entrada), uma sa&iacute;da Din MIDI de 5 pinos (&eacute; isso que estavam a pensar, podem liga-lo dispositivos que n&atilde;o sejam s&oacute; o vosso PC/MAC, como m&oacute;dulos de sons/ sintetizadores tabletop, ou outros aparelhos que possam ser tocados/ controlados via MIDI), e uma entrada para pedal de sustain (para segurar por exemplo um acordo ou tecla e poder usar livremente as m&atilde;os para modelar, enquanto o p&eacute; mant&eacute;m as notas "sustidas" por interm&eacute;dio do pedal. A juntar a tudo isto, temos tamb&eacute;m um manual em formato papel e o proverbial cabo usb.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SOFTWARE</strong></p>
<p>A instala&ccedil;&atilde;o &eacute; feita "sem espinhas" ap&oacute;s o que est&aacute; na hora de autorizar o software. Todos os "The Player" incluem um pequeno cart&atilde;o de pl&aacute;stico com um n&uacute;mero de s&eacute;rie e um c&oacute;digo de desbloqueio; &eacute; s&oacute; ligarmo-nos ao site da Arturia, obter o c&oacute;digo de activa&ccedil;&atilde;o, correr o Player e completar o processo de autoriza&ccedil;&atilde;o. Simples!!</p>
<p>Da primeira vez que ligam o player, v&atilde;o ter o lend&aacute;rio som do Minimoog. Quase que d&aacute; a sensa&ccedil;&atilde;o que ouvimos o princ&iacute;pio da "Dont Stand So Close to Me" dos&nbsp; Police. N&atilde;o s&oacute; &eacute; aquele o som Arturia Moog que j&aacute; tinha ouvido como tamb&eacute;m &eacute; um fruto apetec&iacute;vel da imagina&ccedil;&atilde;o do Bob Moog - O Minimoog.</p>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://www.mk2.pt/file/reviews/Fig04.jpg" target="_blank"><img style="vertical-align: middle;" src="http://www.mk2.pt/file/reviews/Fig04.jpg" alt="" width="449" height="474" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.mk2.pt/file/reviews/Fig04.jpg" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Pressiona para AMPLIAR</strong></em></span></a></p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
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<p><em>A t&iacute;tulo de curiosidade, na altura em que a Arturia desenhou o primeiro Minimoog, enviaram uma c&oacute;pia a Bob Moog. O retorno desse envio foi uma lista meio nerdish do que estava de errado com a emula&ccedil;&atilde;o procedeu-se &agrave; re-estrutura&ccedil;&atilde;o do plugin de acordo com as especifica&ccedil;&otilde;es do seu mestre e criador! Este &eacute; o n&iacute;vel de realismo e precis&atilde;o com que a Arturia desenvolve os seus plug Ins!!?<br /></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De entre as defini&ccedil;&otilde;es do player, podemos escolher variadas coisas como a cor do ecr&atilde; e escolher adicionalmente visualizar o ecr&atilde;, o teclado (e ambos).<br />Se olharmos para o lado esquerdo, veremos que os sons se encontram organizados por instrumento, tipo de som, etc.<br />A listagem a meio do ecr&atilde; apresenta-nos o nome do preset, o instrumento a que pertence, o peso no CPU e se &eacute; um favorito ou n&atilde;o, ou seja, podemos marcar os sons que mais gostarmos no meio dos 1000 para mais f&aacute;cil pesquisa de futuro, visto os favoritos ser precisamente um dos par&acirc;metros de pesquisa.</p>
<p>A particularidade de editar patches &eacute; sem surpresa limitada. Torna-se muito &uacute;til podermos alterar determinados par&acirc;metros de um som, quando interagindo com outros. Estava esperan&ccedil;ado de que poder ter um mega-menu de edi&ccedil;&atilde;o, mas esse edit, tem mais a ver com a forma como o tagging do preset fica feito na base de dados, por outro lado &eacute; natural que assim seja, mas &aacute; sempre o desejo secreto de que seja ainda mais do que aquilo que sabemos que j&aacute; &eacute; "pedir demais".</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.mk2.pt/file/reviews/Fig05.jpg" target="_blank"><img style="vertical-align: middle;" src="http://www.mk2.pt/file/reviews/Fig05.jpg" alt="" width="449" height="258" /><br /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.mk2.pt/file/reviews/Fig05.jpg" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Pressiona para AMPLIAR</strong></em></span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar de tudo, o que nos move aqui s&atilde;o os sons. Partindo do suposto que h&aacute; centenas deles, a probabilidade de encontrarmos um que nos sirva &eacute; extremamente alta, independentemente de n&atilde;o termos tido um amor &Agrave; primeira vista por esta milena de sons, o mais importante &eacute; frisar-se que todos, mas mesmo todos, t&ecirc;m um som muito anal&oacute;gico - n&atilde;o s&oacute; o "player" &eacute; uma &oacute;ptima fonte para adicionarmos novos sons na nossa m&uacute;sica, como tamb&eacute;m podemos usar estilo in your face alguns daqueles sons vintage que iriam certamente pedir um par de horas no ebay na sec&ccedil;&atilde;o de sintetizadores (bem como umas horitas extra a restaurar o synth), caso quis&eacute;ssemos optar pela vertente hardware.</p>
<p>Estamos de facto perante uma riqu&iacute;ssima colec&ccedil;&atilde;o de patches que abrangem desde os baixos mais anal&oacute;gicos aos mais encorpados, pads, etc. N&atilde;o foi poss&iacute;vel em altura nenhuma apontar diferen&ccedil;a que fosse entre os sons sa&iacute;dos do player e os sa&iacute;dos da vers&atilde;o completa dos instrumentos da linha Arturia. Ou seja a limita&ccedil;&atilde;o deste software que acompanha o teclado &eacute; mesmo, e apenas, no numero de sons (o Analog Factory acompanha-se de 3500) e na profundidade da sua edi&ccedil;&atilde;o (o analog factory permite editar cerca de 8 par&acirc;metros mais aprox.)<br />H&aacute; aqui uma mensagem simples e se pensarmos um pouco faz algum sentido. O objectivo da Arturia aqui &eacute; fazer com que os propriet&aacute;rios do The Player, comecem a sentir o bichinho que reside em cada um dos sons. O mais natural de acontecer, &eacute; querermos modelar cada um desses sons ao mil&iacute;metro, em vers&otilde;es mais completas e eficazmente edit&aacute;veis, logo, ser&aacute; normal para os utilizadores do the Player optarem por adquirir outros produtos, vers&atilde;o "full".</p>
<p>Mesmo que tenhamos uma licen&ccedil;a de um Arturia Modular, ou a de um Jupiter, ou de um Minimoog V, n&atilde;o iremos abdicar de as utilizar, mas... Tendo em conta os dias que correm, se tiv&eacute;ssemos a op&ccedil;&atilde;o de utilizar uma vers&atilde;o mais amig&aacute;vel para o or&ccedil;amento, o que far&iacute;amos? ;)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>HARDWARE VS SOFTWARE</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.mk2.pt/file/reviews/Fig06.jpg" target="_blank"><img style="vertical-align: middle;" src="http://www.mk2.pt/file/reviews/Fig06.jpg" alt="" width="449" height="283" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.mk2.pt/file/reviews/Fig06.jpg" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Pressiona para AMPLIAR</strong></em></span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os controlos gr&aacute;ficos do teclado, s&atilde;o uma r&eacute;plica exacta dos controlos f&iacute;sicos, com a excep&ccedil;&atilde;o do controle de pitch / modwheel que &eacute; substituido graficamente pelas tradicionais wheels da mesma forma que os n&iacute;veis de oitava e volume se posicionam num local ligeiramente diferente.<br />Falando em pitch /modwheel; inicialmente, os controles s&atilde;o simples: Esquerda/Direita para controlar o pitch, Cima/ Baixo para modwheel, Temos tamb&eacute;m uns toques de mestre no equipamento. O Indicador de oitava, liga uma luz a cada oitava diferente que tamb&eacute;m pode passar a intermitente subindo a intensidade, sempre que nos afastemos cada vez mais da oitava padr&atilde;o predefinida.</p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="http://www.mk2.pt/file/reviews/Fig07.gif" alt="" width="449" height="464" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O controlo do Level (volume) tem uma fun&ccedil;&atilde;o tripla, ora como volume total, ora por interm&eacute;dio do shift como pesquisa. Quando em pesquisa ao seleccionar um par&acirc;metro, se o pressionar-mos, o mesmo par&acirc;metro fica seleccionado, assim podemos definir m&uacute;ltiplos par&acirc;metros de pesquisa como por exemplo baixo + arp2600.<br />Os quatro rotativos centrais controlam o cutoff e resson&acirc;ncia do filtro , juntamente com chorus e quantidade de efeito de delay. J&aacute; com o shift activado, controlam os par&acirc;metros de envelope (Atack Decay Sustain e Release).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img src="file/reviews/Fig09.gif" alt="" width="449" height="351" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os bot&otilde;es snapshot, permitem-nos chamar os nossos presets favoritos para os utilizarmos imediatamente: usando o bot&atilde;o shift e pressionando o bot&atilde;o, gravamos, carregando no bot&atilde;o snapshot, chamamos o preset gravado. Estes presets podem mesmo gravar diferentes edi&ccedil;&otilde;es de um mesmo som se assim entender-mos!<br />Um ponto extremamente importante, &eacute; que na eventualidade de utilizar os controles para modificar o som, podemos gravar esse mesmo som, que saiu de um patch standard, como user preset. Os presets de f&aacute;brica n&atilde;o podem ser regravados, mas, temos a particularidade de poder gravar sem qualquer restri&ccedil;&atilde;o o n&uacute;mero de presets que bem entendermos, da mesma forma que podemos importar e exportar os mesmos para outros user banks.&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img src="file/reviews/Fig08.gif" alt="" width="449" height="384" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>HARDWARE VS OUTRO SOFTWARE</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.mk2.pt/file/reviews/Fig10.JPG" target="_blank"><img style="vertical-align: middle;" src="http://www.mk2.pt/file/reviews/Fig10.JPG" alt="" width="449" height="229" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.mk2.pt/file/reviews/Fig10.JPG" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Pressiona para AMPLIAR</strong></em></span></a></p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p>Tal como foi referido, o teclado, sendo controlador, pode controlar outro software qualquer. Para nos ajudar, quando instalamos o Player, instalamos tamb&eacute;m uma aplica&ccedil;&atilde;o apelidada de "MIDI Control Center, que como o nome indica permite configurar de forma centralizada o nosso The Player.</p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="http://www.mk2.pt/file/reviews/Fig11.jpg" alt="" width="449" height="150" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aqui, podemos assignar o que quisermos aos sete switches, cinco knobs, sustain jack e as duas wheels.</p>
<p>Partindo do suposto que a maioria do software mais recente tem a particularidade atrav&eacute;s do Learn
<script src="http://www.mk2.pt/imagineadmin/js/tiny_mce/themes/advanced/langs/en.js" type="text/javascript"></script>
de detectar o que queremos assignar, n&atilde;o ser&aacute; necess&aacute;rio alterar nenhuma das defini&ccedil;&otilde;es, no entanto, se falarmos de hardware com um par de aninhos, a hist&oacute;ria pode ser diferente, o que torna este tipo de aplica&ccedil;&otilde;es t&atilde;o &uacute;teis e mostra a preocupa&ccedil;&atilde;o e cuidado da marca em oferecer um pacote t&atilde;o completo aos seus utilizadores!</p>
<p>E para concluir, caso queiramos controlar o Player Software com outro controlador, todos os par&acirc;metros t&ecirc;m fun&ccedil;&otilde;es de learn, bastando utilizar um ctrl click no par&acirc;metro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CONCLUS&Atilde;O</strong></p>
<p>Confesso que n&atilde;o sabia o que esperar deste pack, talvez devido ao pre&ccedil;o consideravelmente baixo. De referir que h&aacute; dois aspectos important&iacute;ssimos a ter em conta: O controlador &eacute; tem muito mais classe e substancia do que esperava, e os sons s&atilde;o &oacute;ptimos para quem quer come&ccedil;ar a compreender melhor a s&iacute;ntese anal&oacute;gica "virtual" o mais depressa poss&iacute;vel.<br />H&aacute; tamb&eacute;m um irm&atilde;o mais velho do The Player, chamado Analog Experience "The Factory". O conceito &eacute; semelhante, mas desta vez usando um teclado com 32 teclas, aftertouch e mais controlos (1 enconder clic&aacute;vel, 10 encoders, 4 sliders, 11 switches, 1 modweel, 1 pitchbend wheel) e 3500 sons, por uma quantia de &euro; 249. Se o conceito Analog Experience chama por voc&ecirc;s, provavelmente valer&aacute; a pena poupar os tost&otilde;ezinhos para subirem ao n&iacute;vel seguinte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ser&aacute; o Player uma ferramenta relevante para utilizadores avan&ccedil;ados? Depende. Caso se tenha uma boa colec&ccedil;&atilde;o de sintetizadores poderosos, talvez n&atilde;o. No entanto, e durante o tempo em que este review foi escrito, apesar de ter um par de controladores bastante bons &agrave; minha frente, foi extremamente conveniente ter este pequenote de 25 teclas aqui que encontrou um espa&ccedil;o quase que de outsider na minha secret&aacute;ria, pronto a trabalhar quando quiser. E sejamos francos, a colec&ccedil;&atilde;o de sons, &eacute; um bem adquirido, independentemente da volta que queiramos dar a isto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Em linhas gerais, fiquei impressionado com o produto da Arturia bem como que por eles foi feito para poder comercializar um produto destes dentro de esta segmento de pre&ccedil;os: por metade do valor de muitos plugins, temos o b&oacute;nus de ficar com um controlador e um sem fim de sons bastante &uacute;teis.</strong></p>
<p><span style="color: #808000;"><em><strong>O player acaba por fazer com que a experi&ecirc;ncia anal&oacute;gica, anunciada no mote da Arturia, esteja dispon&iacute;vel a uma audi&ecirc;ncia muito mais abrangente.</strong></em></span><br /><br /><br />Original do Review por Craig Underton em Hamony Central &mdash; <strong><em><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.harmonycentral.com/docs/DOC-1761" target="_blank">Ver no respectivo site Pressionar Aqui</a></span></em></strong></p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<hr />
<p><br />Aproveitamos para adicionar um review v&iacute;deo pela reputada Sonic State ...</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=dKcsd2iyYNE&amp;fmt=22" target="_blank"> 
<object width="425" height="350" data="http://www.youtube.com/v/dKcsd2iyYNE&amp;fmt" type="application/x-shockwave-flash">
<param name="src" value="http://www.youtube.com/v/dKcsd2iyYNE&amp;fmt" />
</object>
</a><br /><br /><strong><em><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=dKcsd2iyYNE&amp;fmt=22" target="_blank">Pressionar para ver no Youtube</a></span></em></strong></p>
&nbsp;
<p>&nbsp;</p>]]></description>
  </item>
  <item>
    <title>Revista ProduÃ§Ã£oAudio&MÃºsica : ARTURIA ANALOG EXPERIENCE </title>
    <pubDate>Sat, 21 Aug 2010 23:00:00 +0000</pubDate>
    <link>http://www.mk2.pt/review.php?id=149</link>
    <description><![CDATA[<p><strong>Na edição que se manterá nas bancas durante todo este verão e que cobre diversas tecnologias relacionadas com a música, a revista ProduçãoAudio&Música destaca e faz o Review á nova gama híbrida (hardware+software) de sintetizadores Analógicos da Arturia. Estamos a falar das melhor, mais credíveis e reputadas emulações de sintetizadores clássicos do período de ouro da Sintese Anlagógica, os verdadeiros Clássicos vintage, que nos são aqui apresentados sobre a forma de um controlador fisico (controlador MIDI via USB) com um software que funciona como uma espécie de banco de sons e/ou sintetizadores, na forma de instrumento virtual (com base no Analog Factory). A integração entre software e hardware é total, daí falar-se em sintetizador híbrido.</strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.mk2.pt/produto.php?id=1176" target="_blank"> 
<object width="425" height="350" data="http://www.youtube.com/v/RBQZIG1-inM&fmt" type="application/x-shockwave-flash">
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</object>
</a></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.mk2.pt/produto.php?id=1176" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><em>Pressionar aqui para ver o produto no nosso site</em></span></a></strong></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p>Aproveitamos para informar que a versão de 25 teclas já está a ser comercializada, o Analog Experience The Player é de uma qualidade e beleza estética de excepção, e que tem mesmo de ver <strong>"ouvisto"</strong> <em>in loco</em> e na primeira pessoa!</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Aqui vos deixamos o link para download do referido review!!</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.mk2.pt/file/ARTURIA/AFE_review_producao_musical.jpg" target="_blank"><img style="vertical-align: middle;" src="http://www.mk2.pt/file/ARTURIA/AFE_review_producao_musical.jpg" alt="" width="449" height="617" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.mk2.pt/file/ARTURIA/AFE_review_producao_musical.jpg"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Pressionar para AMPLIAR</strong></em></span></a></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>A revista também pode ser encontrada onine em <a href="http://www.paudio.com.pt/" target="_blank">http://www.paudio.com.pt/</a></p>]]></description>
  </item>
  <item>
    <title>Teste ao Sistema SCS da Stanton pela SKRATCHWORKX </title>
    <pubDate>Fri, 08 Jan 2010 0:00:00 +0000</pubDate>
    <link>http://www.mk2.pt/review.php?id=147</link>
    <description><![CDATA[<p><strong>SKRATCHWORKX é uma equipa e site que se dedica á cultura do Hip Hop/ Rap/ Urban com especial incidência no teste de equipamento e cobertura de eventos. O reviews são sempre isentos, respeitados e normalmente observados e estudados pelas diversas marcas. </strong></p>
<p><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/scs3_top_front.jpg" alt="" width="449" height="449" /></p>
<p> </p>
<p>Os produtos 3.d e 3.m desta série SCS são desde á algum tempo produtos que a MK2 tem tentado divulgar, por acharmos que é Os produtos 3.d e 3.m desta série SCS são desde á algum tempo produtos que a MK2 tem tentado divulgar, por acharmos que é uma daquelas tecnologias algo polémicas e nada consensuais, mas naturalmente também revolucionárias e com forte probabilidade de alterar alguma das formas como no Digi-DJing (e na produção musical quiçá também) interagimos com o sfotware e hardware. Convenhamos que é necessário alguma coragem (para não falar de investigação, Know-How e tecnologia) para lançar um conjunto de controladores para Digi-Djing que é despojado de Potênciometros físicos (pelo menos da forma convencional e com os quais estamos habituados a interagir). Basta pensar que uma simples conversa entre DJs acerca de Mesas de Faders Lineares ou Rotativos, acaba normalmente em acesa discussão para entender o quanto estamos ligados a este aspecto físico e de interacção/ toque.â€¨A polémica é sempre preferível á indiferença, pois mais do mesmo é o que se tem testemunhado na grande maioria das outras marcas de referência no último ano (pelo menos).</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/darouter.png" alt="" width="422" height="423" /></p>
<p> </p>
<p>A Stanton é desde á muito uma marca referência no Djing profissional e no "home" Djing, responsável por produtos revolucionário. É uma daquelas marcas que, embora não deixando de ter alguma baixa gama, denota sempre preocupação com a qualidade, construção e até algum design.â€¨ Produtos como as mesas da gama SA, auscultadores, as agulhas GrooveMaster/ Trackmaster e claro o Final Scratch, que embora não fosse "inventado" pela Stanton, foi adquirido e desenvolvido pela mesma, num momento em que ninguém ainda acreditava que os DVS alguma vez fosse uma solução com qualquer tipo de futuro. <br />Foi a Stanton quem trouxe a Native Instruments para os DVS (Digital Vinyl System), por via de uma parceria em que a Stanton forneceria a tecnologia e Hardware e a Native forneceria o interface (baseado numa plataforma puramente software de que já dispunha, o Traktor DJ). Á cerca de 5 anos atrás a MK2 participou na segunda Musicália na FIL com um Stand unicamente ocupado por Mesas de Allen & Heath (Xone e V6 - mesa de rotativos a Válvulas, na altura única em Portugal), pratos Stanton, Leitores de CD Denon e o Final Scratch, na sua versão 1.5 (ainda correndo em base Linux)...</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Mas chega de história, aqui fica o link para o review,<a href="http://www.skratchworx.com/reviews/scs3.php" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong> basta pressionar aqui!</strong></em></span></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>]]></description>
  </item>
  <item>
    <title>Pioneer as Novas espÃ©cies! Parte 2 de 2 - CDJ-900</title>
    <pubDate>Fri, 18 Sep 2009 0:00:00 +0000</pubDate>
    <link>http://www.mk2.pt/review.php?id=146</link>
    <description><![CDATA[<p><strong>Dada a já extensa análise do "irmão mais velho" da gama , o CDJ-2000 aqui na MK2, decidimos analisar apenas as características distintivas ou em falta relativamente ao mesmo, pelo que a total compreensão das capacidades do CDJ-900 não dispensa a leitura atenta do review do CDJ-2000.</strong></p>
<p>Algumas das diferença mais imediatas e visíveis;</p>
<ul>
<li>Ecrã que dispõe de apenas duas cores, não apresentando detalhes da wave,</li>
</ul>
<ul>
<li>O Jog Wheel que não tem LEDs na periferia.</li>
</ul>
<ul>
<li>Não temos regulação da tensão (travão/ peso) do Jog Wheel</li>
</ul>
<ul>
<li>Não temos patilha de segurança no eject (que não permitiria ejectar um cd se a música estivesse a tocar)</li>
</ul>
<ul>
<li>Não temos cartões SD (logo não existe respectivo botão na lateral direita do display</li>
</ul>
<ul>
<li>O Reverse é um botão (de pressionar) em vez de um interruptor</li>
</ul>
<ul>
<li>A regulação de Break/ Start Speed é feita por um mesmo rotativo, comum ás duas funções!</li>
<li>O Botão de search não é iluminado em seu redor.</li>
<li>Não dispomos da banda de Needle Search</li>
</ul>
<p> </p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><img src="file/reviews/cdj900_small.png" alt="" width="359" height="450" /></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="file/reviews/cdj-900-top_1.png" target="_blank"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/cdj-900-top_1.png" alt="" width="449" height="169" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="file/reviews/cdj-900-top_1.png" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Pressiona para AMPLIAR</strong></em></span></a></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;">
<object width="425" height="350" data="http://www.youtube.com/v/bSfWXMwm0sk" type="application/x-shockwave-flash">
<param name="src" value="http://www.youtube.com/v/bSfWXMwm0sk" />
</object>
</p>
<p style="text-align: center;">Apresentação Oficial Pioneer CDJ-900/ CDJ-2000 @ MK2</p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: left;">OK OK... mas tem alguma coisa de "melhor" ou a mais que o CDJ-2000, bem a resposta curta é sim, de facto temos botões de acesso directo a diferentes cortes de um mesmo loop, ao estilo do que se encontra hoje no CDJ-800, mas ainda com mais divisões de tempo, pese embora se possa "Loopar" e depois fazer subsequentes divisões do mesmo em metade, 1/4, etc... por exemplo, mas ainda assim sem dispor de botões de acesso directo.</p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"><img src="file/reviews/cdj-900-beatloop.png" alt="" width="174" height="415" /></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: left;">Last but not least... </p>
<p style="text-align: left;">Dois modos distintos de Looping/ reverse ... No modo normal (SLIP Off) temos o mesmo resultado que os actuais leitores, o seja se activar-mos um Loop ao minuto dois da música e o mantiver-mos durante 2 minutos, quando desactivar-mos o Loop a musica continua do minuto 2 para a frente. em modo SLIP (On) a música continua no minuto 4, como se nunca tivesse existido LOOP.</p>
<p style="text-align: left;">Ferramenta muito interessante! :)</p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"><img src="file/reviews/cdj-900-slip.jpg" alt="" width="243" height="174" /></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p> </p>
<p style="text-align: left;">Aqui vos deixo um link para ver mais informação no YouTube --- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Yt8ewmWJ93M" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Pressiona AQUI</strong></em></span></a></p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p>CDJ-2000 previsto para Novembro 2009. PVP : &euro; 1.814 Iva incluido - Preço MK2 - <strong>Consulta-nos</strong></p>
<p>CDJ-900 previsto para Dezembro 2009 PVP : &euro; 1572 Iva incluido - Preço MK2 - <strong>Consulta-nos</strong></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>]]></description>
  </item>
  <item>
    <title>Pioneer as Novas espÃ©cies! Parte 1 de 2 - CDJ-2000</title>
    <pubDate>Thu, 17 Sep 2009 0:00:00 +0000</pubDate>
    <link>http://www.mk2.pt/review.php?id=145</link>
    <description><![CDATA[<p><strong>Já é oficial e muito do que especulava ou que foi sendo revelado a conta-gotas pelos vários vídeos virais confirmou-se!<br />Vamos fazer aqui uma espécie de relatório detalhado das novas funções e características para ambos os modelos (em duas reviews em separado), em jeito de noticia-review!</strong></p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="file/reviews/cdj_2000.png" target="_blank"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/cdj_2000.png" alt="" width="449" height="306" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="file/reviews/cdj_2000.png" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Pressionar para AMPLIAR</strong></em></span></a></p>
<p><strong><br /></strong></p>
<p>Para facilidade de leitura vamos começar por explicar que todo o conceito e paradigma Pioneer se alterou, bem como o logo da marca que é agora "apenas" Pioneer DJ em vez do anterior Pioneer Pro DJ, a marca deixa as actualizações suaves e espaçadas no tempo para uma abordagem mais agressiva e atenta, aliás pelo que nos disse um passarinho, estes são apenas as primeiras de muitas novidades (pese embora não de imediato, mas no decorrer dos próximos dois anos)!!</p>
<p><strong>O CDJ-2000 é uma espécie de CDJ-1000+CDJ-400+MEP-7000 com umas valentes injecções de esteróides!!</strong></p>
<p>Ou seja pode tocar CDs / DVDs (R/RW e até Dual Layer MAS apenas tirando partido do AUDIO, nunca do vídeo)/ CD-R/ CD-RW (finalizados/ fechados)/ HDD (se disco consumir mais do que 500mA será necessário alimentação externa ao CDJ)/ USB PEN/ SD e SDHC, quanto a formatos temos menino para ler WAV (16-bit e<strong> 24 bit</strong>), MP3 (CBR e VBR (CBR garante uma melhor performance)), AAC e AIFF. <strong>Desde já destaca-mos um salto substancial pela possibilidade de tocar formatos de elevadíssima qualidade como WAV a 48KHZ e 24 Bits.</strong> Sempre que possível devemos ligar os CDJ-2000 via digital mas mesmo no reino analógico é-nos garantido um nível de Sinal-Ruído melhor que os 115dB.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/cdj-2000-compatible-discs.png" alt="" width="449" height="49" /></p>
<p> </p>
<p>Mas usar os novos CDJs desta forma seria quase criminoso, visto que a ideia é o DJ ser integrado nas novas "tecnologias" e assim poder tirar partido de uma crescente integração do software.</p>
<p style="text-align: center;">
<object width="425" height="350" data="http://www.youtube.com/v/bSfWXMwm0sk" type="application/x-shockwave-flash">
<param name="src" value="http://www.youtube.com/v/bSfWXMwm0sk" />
</object>
</p>
<p style="text-align: center;">Apresentação Oficial Pioneer CDJ-900/ CDJ-2000 @ MK2</p>
<p> </p>
<p>É natural que marcas de referência comecem a analisar as recentes evoluções no Digi-Djing e se assustem com a possibilidade de cada vez mais Djs usarem controladores em detrimento de leitores de CD. Neste momento a grande maioria dos utilizadores profissionais de plataformas como o Traktor Scratch (sem dúvida maioritária no Digi-DJing) continua a usar os CDJs e as DJMs, mas á medida que o controladores MIDI (e eventualmente HID, plataforma de comunicação com maior rapidez e precisão que o MIDI) se tornam cada vez mais robustos, confiáveis, e com mais controlos por muito menos dinheiro, começam a vislumbrar-se como alternativas possíveis e prováveis ao setup convencional de DECKS+MIXER.</p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/CDJ-2000-2-530x347.png" alt="" width="449" height="290" /></p>
<p> </p>
<p>OK, então temos um leitor que, á semelhança do CDJ-400, funciona como <strong>controlador HID para DVS</strong> (compatibilidade garantida com TRAKTOR/ SERATO ITCH/ MIXVIBES) evitando a necessidade de CDs de Time Code, e a necessidade de<strong> interface audio</strong>, temos a vantagem adicional de um Jog Wheel maior e mais preciso e a possibilidade de tocar ficheiros com mais qualidade, BOA! <strong>Mas ainda assim não se pode considerar realmente revolucionário??! Então onde está o factor realmente novo?</strong></p>
<p><strong>Antes responder vamos deixar claro que a Pioneer faz um jogada de mestre ao atingir as plataformas DVS (Digital Vinyl System aka Traktor Scratch PRO, Serato Scratch Live etc...) em todos os seus pontos fracos!</strong><br />- Necessidade de instalação (infelizmente poucos são os clubes com com <a href="http://www.mk2.pt/produto.php?id=1010" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>cabos Multicore</strong></em></span></a> ou<span style="text-decoration: unde<mce:script type=">rline;"><em><strong><a href="http://www.mk2.pt/produto.php?id=790" target="_blank"> Switchbox da Magma</a> </strong></em></span>pré-Instalados)<br />- Necessidade de usar CDs de Time Code (que mais tarde ou mais cedo acabam esquecido no GIG da noite anterior)<br />- Necessidade de levar um Laptop para o Club, que é naturalmente um ambiente muito pouco amigável para o Laptop</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/rekordbox-logo.png" alt="" width="350" height="72" /></p>
<p> </p>
<p><strong>A solução é feita com base numa aplicação de organização e catalogação da música no nosso PC ou MAC que é depois exportada para uma simples PEN USB ou cartão SD (ou SDHC), e voilá, todos os nosso Hotcues, Loops, capas, Playlists estão prontos a ser usados nos CDJ com total e perfeita integração</strong>, e com a obvia vantagem de não estarmos dependentes de um Laptop. Agora o DJ viaja ainda mais leve, e pode perfeitamente preparar o GIG no avião, aeroporto ou mesmo no hotel e basta levar uma PEN USB para tocar toda a noite. A aplicação dá pelo sugestivo nome de Rekor<strong>dB</strong>ox e é tecnologia adquirida, configurada e adaptada para a Pioneer.</p>
<p><strong>Esta aplicação funciona em MAC e PC e é grátis na compra de qualquer CDJ-2000/ 900</strong></p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="file/reviews/record_screen.jpg" target="_blank"><strong><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/record_screen.jpg" alt="" width="449" height="257" /></strong></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="file/reviews/record_screen.jpg" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Pressionar para AMPLIAR</strong></em></span></a></p>
<p><br />O apelo á utilização do setup "natural" do DJ é obvio e faz todo o sentido como aposta pois combina o hardware mais intuitivo com as facilidades mais procuradas do software, apelando até talvez mesmo, a todos aqueles que detestam computadores.</p>
<p>No Review referente ao CDJ-900 aproveitaremos para adicionar também um review a esta aplicação pelo que devem procurar pelo review do CDJ-900 em breve!</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/rekordbox-workflow.png" alt="" width="449" height="137" /></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"><strong><br /></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Vamos então esmiuçar as novas características:</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Pioneer Pro Dj Link</strong><br />Por intermédio de uma porta RJ45 na traseira (conhecida vulgarmente por porta de rede) e um cabo de rede cruzado é possível ter até 4 destes aparelhos a aceder a um mesmo dispositivo USB (ou cartão SD, que adicionalmente grava a "imagem" de waves, loops etc&hellip; que se façam no próprio aparelho, á semelhança do CDJ-1000 com os cartões s.d. memória).</p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/pioneerCDJ-2000.jpg" alt="" width="449" height="154" /></p>
<p> </p>
<p><strong>MIDI Interface</strong> (HID)<br />Para ser usado temos mesmo de usar o cabo USB (e não o de rede = LAN) para transmitir sinais de controlo MIDI e HID para o software de modo usar o CDJ como um controlador dedicado, e super intuitivo (afinal é exactamente o mesmo que um leitor de CDs).</p>
<p><strong>Interface Audio incluído</strong><br />A qualidade é a mesma dos CDJs, é class compliant o que significa que normalmente não será necessário instalar drivers, sendo imediatamente reconhecido pelo software. Por outro lado tem tempo e montagem de complicação NULA, pois o CDS por sua vez já estão ligados á mesa de mistura</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/cdj-2000-jogwheel.jpg" alt="" width="298" height="147" /></p>
<p><br /><strong>Precisão de Cue point com de 0.5 Frames<br /></strong>Nos CDJS anteriores por vezes queríamos marcar um cue e ele ficava ligeiramente á frente ou atrás do que pretendíamos, por exemplo cortando um pouco do som. Agora é possível encontrar até 149 posições diferentes para cada segundo.<br />Para marcar basta pressionar cue, de seguida pressionado uma vez o botão de FForward ou de Rewind, ele activa o modo de precisão de cue (acendendo o anel a branco em volta do Jog), pressionar-mos novamente farão então saltar o cue em passos de 1/2 Frames.<br /><br /><strong>Hot Cues e Loops absolutamente perfeitos (quantize)</strong><br />Esta função só funcionará par o SD ou USB Drives que tenham sido previamente analisadas e catalogadas no RekordBox, visto que o mesmo anexa uma grelha de batidas que seguem o tempo e beats da música o que faz com que os Loops e cues ocorram sempre nos momentos de timming perfeito. Por outro lado este processo também garante que até os loops manuais possam ser perfeitos (com o quantize activo)</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="file/reviews/rekordbox-player.jpg" target="_blank"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/rekordbox-player.jpg" alt="" width="449" height="107" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="file/reviews/rekordbox-player.jpg" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Pressiona para AMPLIAR</strong></em></span></a></p>
<p> </p>
<p><strong>Jog Wheel Melhorado</strong><br />O jog tem um toque mais natural e com um melhor atrito, todo o mecanismo e estrutura interna foi repensada e alterada. No anel que define a periferia do JOG foi integrado LED de 4 pontos para que seja sempre visivel e fácil de entender a sua posição mesmo no club mais escuro.<br />Quando um tema se aproxima de apenas 30s para o seu fim este anel começa a piscar levemente e quando faltares apenas 15s com maior cadência.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/cdj-2000-jog-adjust.jpg" alt="" width="295" height="192" /></p>
<p><strong>Display<br /></strong>Uma das peças fundamentais da revolução "novas espécies" e também um dos elementos distintivos do 900 e do 2000. O LCD de 6,1 polegadas está dividido no essencial em duas áreas de informação. Existem dois conjuntos de 4 botões, no topo para os diversos modos de informação e operações e do lado esquerdo para selecção dos vários tipos de fontes de média.</p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/cdj-900-top.png" alt="" width="447" height="163" /></p>
<p style="text-align: left;">Na zona superior do LCD podemos encontrar informações relativas á música que está a tocar bem como pesquisa e navegação. Navegação essa que ao estio do MEP-7000 funciona dependente do um botão rotativo (endless) colocado do lado direito ao topo, circundado por um anel iluminado em azul, rodado o mesmo botão seleccionamos o que pretendemos, e carregado, entramos nas respectiva pastas ou confirmamos selecção, para andar para trás temos logo por cima do mesmo um conveniente botão de BACK!</p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/alfa.jpg" alt="" width="161" height="143" /></p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/cdj-2000-display.jpg" alt="" width="300" height="132" /></p>
<p style="text-align: left;">Já a parte de baixo é mais semelhante aos convencionais CDJs, mas sem nada de convencional, isto porque temos uma representação muito aproximada e de elevado detalhe da waveform, com duas cores sendo que o azul quase branco representa quebras ou zonas com muito pouca intensidade. Os cue Points têm uma linha vermelha que atravessa a wave vinda de baixo, já os Hot Cues ou loops têm um marcador por cima da onda com a letra apropriada.</p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/cdj-2000-media.jpg" alt="" width="300" height="208" /></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Os botões</strong> do Lado esquerdo e em baixo selecionam a fonte de onde tocamos a nossa música. Activando o botão de LINK podemos pesquisar  e usar qualquer dispositivo USB ligado a qualquer dos CDJ que estiverem ligados por intermédio do cabos de rede, ou seja um disco ou PEN pode ser partilhado por até 4 CDJ-2000.</p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: left;">Já os botões na parte superior selecciona a informação a visualizar e outras funcionalidades.</p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/botoes_topo.jpg" alt="" width="304" height="46" /></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: left;"><img src="file/reviews/cdj-2000-menu-browse.jpg" alt="" width="150" height="39" /></p>
<p style="text-align: left;">A forma como funciona o browse depende se usamos ou não o Rekordbox para catalogar e exportar para um dispositivo as nossas playlist e base de dados musicais. Se não for esse o caso o Browse funciona como esperado, e permite navegar pastas e temas dentro das mesmas. Se usar-mos o Rekordbox ao pressionar o Browse teremos de imediato opções adicionais como critérios de pesquisa (o que facilita enormemente quando se tem muita música) como Artista, Música, Género e Álbum. Mais uma vez com a utilização cuidada do Recordbox temos ainda Tags adicionais para BPM e Classificação.<br />A Ordem das músicas nas listagens que vemos pode também ser predefinida no sotware por forma a facilitar ainda mais. Para navegar ainda mais rápido por extensas listas, pressionar o botão rotativo de selecção por mais de um segundo vai permitir dar saltos maiores em vez de apenas música a música.</p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/cdj-2000-menu.jpg" alt="" width="300" height="108" /></p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: left;"><img src="file/reviews/cdj-2000-menu-menu.jpg" alt="" width="150" height="39" /><br />Pressionar o botão de Menu numa lista (e apenas quando numa lista de músicas, ou seja em pastas por exemplo não funciona) vai permitir seleccionar o critério e a ordem de apresentação das músicas listadas (artista, género, etc...), no entanto para poder usar esta função os temas têm de ter sido organizados com recurso ao software rekordbox.</p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: left;"><img src="file/reviews/cdj-2000-menu-info.jpg" alt="" width="150" height="39" /></p>
<p style="text-align: left;">Pressionar o botão de info abre a informação relativa ao tema que temos carregado, e se navegar-mos para algum dos seus parâmetros ao pressionar o botão rotativo de selecção podemos também por aqui alterar a ordem de apresentação e pesquisa, para por exemplo pesquisar mais músicas do mesmo artista.</p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: left;"><img src="file/reviews/cdj-2000-menu-taglist.jpg" alt="" width="150" height="39" /></p>
<p style="text-align: left;">Este botão marca previamente um tema que queiramos mais tarde tocar, ou que pensemos que pode vir a ser necessário, é uma espécie de marcação e acesso rápido até um máximo de 60 temas, podendo mesmo ser usado como uma espécie de pre-preparação de set. Ao retirar o dispositivo USB ou SD esta informação é perdida.</p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: left;"><strong>Pesquisa por texto</strong><br />É ainda possível fazer a pesquisa (browse) procurando por texto para tal basta estar em modo browse, percorrer o dedo pela banda de navegação (Needle Search), ao que veremos por cima do nosso dedo, no visor, o alfabeto, largamos o dedo quando atingirmos as letras pretendidas (e que ficarão visivelmente seleccionadas), para apagar alguma letra basta seleccionar a marca X no fim do alfabeto.</p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/cdj-2000-search.jpg" alt="" width="300" height="194" /></p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: left;"><strong>Histórico<br /></strong>Outra nova capacidade muito interessante e útil é o registo de tudo o que tocamos numa playlist, que pode ser descarregada para o recordbox, para mais tarde recordar, arquivar ou mesmo reordenar. Pode ser importante para determinar o numero de vezes que tocamos determinadas faixas etc... Outro uso interessante é regressar a um club para tocar, passado uns meses desde a últimas vez que lá tenhamos estado, e saber-mos sempre o que tocamos das últimas vezes.</p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: left;"><strong>Hot Cue e Hot Loop<br /></strong>Os botões são ligeiramente maiores que no CDJ-100, logo mais fáceis de atingir sem falhar!<strong> </strong>Podemos gravar 3 Hot Cues/Loops por CD quando usando CD ou por música quando usando USB ou SD. Ao carregar um tema com CUEs/ Loops gravados os botões A, B, C iluminam-se de Amarelo para Hot Loops e Verde para Hot Cues.<br />Gravar Cue e Loop da unidade funciona tal como no CDJ-1000, Se usar-mos o rekordbox os nossos loops e cue poderão ser quantizados para uma utilização perfeita e sem saltos ou falhas.<br />Carregar a partir de um dispositivo USB/SD é simples, basta segurar o botão de rec por um segundo e se existir alguma coisa associada aos respectivos botões os mesmos vão piscar, basta pressionar os mesmos para dar seguimento ao seu "load".</p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/cdj-2000-hotcue.jpg" alt="" width="144" height="351" /></p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p><strong>Needle Search - Pesquisa <em>"A la"</em> vinil</strong><br />Existe agora uma banda sensível ao toque que representa toda duração de um tema e sobre a qual é possível passar com o dedo deslocando muito rapidamente, e de forma relativamente precisa, para uma determinada secção da música. Tanto mais que temos a forma de onda da música em cima a servir de guia visual.<br />Para evitar saltar inadvertidamente, e por acidente, para activar esta opção é necessário segurar previamente o cue (em modo vinyl) ou fazer pausa, só então depois passar o dedo nesta banda até achar a posição pretendida, largamos o jog e retiramos o dedo para a música arrancar da posição que seleccionamos.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/cdj-2000-needle-search.jpg" alt="" width="284" height="153" /></p>
<p> </p>
<p><strong>Gravar/ Memorizar Cues e Loops</strong><br />Com botões dedicados á função de chamar e memorizar os mesmos, podemos com toda a facilidade criar os nossos favoritos para SD (quando tocando CDs) ou para um dispositivo USB quando tocando a partir deste.<br />Basta pressionar MEMORY quando tivermos marcado o nosso CUe/ Loop (ou mesmo com o Loop a tocar) para gravar um loop ou cue sem ter de interromper o audio.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/cdj-2000-memo.jpg" alt="" width="285" height="87" /></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p><strong>Ajuste da velocidade de Arranque e travagem (apenas funciona em modo Vinyl).</strong><br />Semelhante ao que já existia no 1000.</p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/cdj-2000-release.jpg" alt="" width="165" height="373" /></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: left;"><strong>Reverse</strong><br />Continua a estar presente e a funcionar tal como no CDJ-1000</p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: left;"><img src="file/reviews/cdj-2000-reverse.jpg" alt="" width="250" height="160" /></p>
<p> </p>
<p><strong>Cartões SD </strong><br />Podem usar-se cartões SD ou SD(HC), até uma capacidade máxima de 32 GB.  Deve formatar-se SDs até 2GB em FAT16 e para cima disso em FAT32. Os cartões SD quando presentes também registarão as formas de onde de qualquer música que toque na sua quase totalidade, bem como 3 Hot Cues e 100 cue Points por CD. Mesmo no mais pequeno SD de 64MB podemos registar informação de até 50.000 CDs!?!?</p>
<p><a href="http://www.djsounds.com/09/17/the-cdj-2000-natural-selection/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong><br /></strong></em></span></a></p>
<p><a href="http://www.djsounds.com/09/17/the-cdj-2000-natural-selection/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Pressionem aqui para ver vídeo com o essencial do produto no site da Pioneer</strong></em></span></a></p>
<p> </p>
<p>CDJ-2000 previsto para Novembro 2009. PVP : &euro; 1.799 Iva incluido - Preço MK2 - <strong>Consulta-nos</strong></p>
<p>CDJ-900 previsto para Dezembro 2009 PVP : &euro; 1.299 Iva incluido - Preço MK2 - <strong>Consulta-nos</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em><strong><a href="http://www.mk2.pt/review.php?id=146" target="_blank">Pressiona aqui para veres review do CDJ-900</a><br /></strong></em></span></p>
<p> </p>
<p> </p>]]></description>
  </item>
  <item>
    <title>Sintetizador modular actual c/ o som dos clÃ¡ssicos Pub. SOS Jun09</title>
    <pubDate>Tue, 30 Jun 2009 23:00:00 +0000</pubDate>
    <link>http://www.mk2.pt/review.php?id=144</link>
    <description><![CDATA[<p><strong>O primeiro verdadeiro sintetizador em hardware da Arturia tem como objectivo deixar que crie convenientemente o seu sistema de síntese modular a partir de componentes (módulos, i.e. modular) de alguns dos mais amados analógicos de todos os tempos. Quão bem é atingido este ambicioso objectivo?</strong></p>
<p>Arturia Origin Desktop<br /> Sintetizador em Workstation</p>
<p><em>in Sound on Sound Junho 2009... pag.26</em><br /><br />Imagine ser capaz de pegar nos módulos de síntese constituintes de sintetizadores como o Minimoog, Arp 2600, CS 80, Jupiter 8, Moog Modular e quebra-los nos seus módulos constituintes, poder depois combinar livremente esses modulos.. Seguidamente, junte um monte de controlos genéricos (knobs, botões etc...) e desenhe uma &ldquo;caixa&rdquo; onde estes podem ser inseridos e interligados, e aloje tudo num poderoso processador de sinal com todo o hardware necessário para programar e utilizar a coisa. Voilá, meus amigos - o Origin!</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/origin_knob.jpg" alt="" width="397" height="422" /></p>
<p><br /><br /><strong>Conhecê-lo melhor</strong><br /><br />O Origin é mais do que simplesmente um sintetizador. Como muitos outros instrumentos modernos providencia um modo &ldquo;Program&rdquo; para construção de sons (mono-timbrico), mais um modo &ldquo;Multi&rdquo; que permite a sua combinação em splits e camadas (multitímbrico a 4 partes, ou seja 4 programs). Estão disponíveis processadores de efeitos em ambos os modos e, ainda um sequenciador ao estilo analógico e um arpeggiador. Consequentemente, o Origin é melhor descrito como uma workstation ao melhor estilo analógico.<br /><br />Fisicamente é uma &ldquo;amontoado&rdquo; substancial. Com mais de 50 encoders rotativos, 12 dos quais podem ser usados como selectores rotativos e botões de pressão, mais de 80 botões, uma spin wheel (que é também um botão de pressão) e um joystick, precisa de o ser. Para ser justo, o seu tamanho e número de controlos físicos é uma benção, porque reduz a quantidade de menus e submenus que de outro modo seria necessária para criar e manipular sons. Posto isto, o Origin ainda precisa de uma boa quantidade de navegação especialmente para construir e refinar novos sons de sintetizadores a partir do zero. Lembre-se, isto é um sintetizador modular de modo que tem que configurar novos &ldquo;instrumentos&rdquo; antes de poder utilizá-los para criar sons (embora exista uma já considerável lista de sons pré-definidos. Como ilustração, vamos construir e programar uma arquitectura de sintetizador simples.<br /><br /><strong>Construindo um sintetizador</strong><br /><br />O interface do Origin oferece 8 páginas primárias de edição (a maioria das quais tem sub-páginas adicionais), acessíveis pelos 8 botões que estão por baixo do ecrã. Estas são a página Home, seguida pelas páginas Preset, Program, Edit, Multi, Sequencer/Arpeggio, Effects e Live.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;">
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/home.jpg" alt="" width="445" height="326" /></td>
</tr>
<tr>
<td><em>A página Home permite que navegue, seleccione e pré-visualize os patches. É também o <br />ponto de partida para a partir do qual - por pressionar o botão System - entra no <br />extenso sistema de edição do Origin.</em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</p>
<p> </p>
<p>Para criar um sintetizador a partir do zero, comece por entrar na página Preset e seleccionar a opção Empty Program. Isto leva-nos para o sub-ecrã Edit/Patch ou Edit/Rack, dependendo de qual foi usado mais recentemente. Nós vamos começar com o ecrã Rack, que oferece a representação de um sintetizador modular com 3 linhas de 8 slots, em que apenas duas estão preenchidas: uma com um módulo de controlo do teclado e outra com um módulo de saída.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;">
<table style="width: 10px; height: 44px;" border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/edit_patch.jpg" alt="" width="445" height="328" /></td>
</tr>
<tr>
<td><em>O ecrã Edit/patch permite-lhe inserir e remover módulos, movê-los para configurações/ localizações mais lógicas, e ver o que está ligado a quê. Isto permite-lhe a melhor vista da arquitectura do seu sintetizador modular virtual.</em><br /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</p>
<p><br /><br />Podemos agora inserir um oscilador pressionando Add, navegando pela lista de osciladores e seleccionando uma de 5 opções: Origin, Arp 2600, Yamaha CS80, Minimoog e Jupiter 8. Há uma sexta opção - um oscilador Wavetable - mas isto, por razões que nos ultrapassam, é apresentado separadamente. Por facilidade de raciocinio, vamos seleccionar um oscilador Jupiter 8. O oscilador irá agora aparecer (com alguma lógica) entre os módulos de teclado e saída, independentemente de onde colocou o cursor na grelha de 8x3.<br />Se agora carregarmos numa tecla de um qualquer teclado controlador MIDI devidamente ligado ao nosso ORIGIN, não soará qualquer som!! Mas isto faz sentido, como um verdadeiro sintetizador modular, o oscilador está em posição, mas não se encontra ainda ligado a nada, de modo que precisamos de fazer o patch (ligação) do teclado controlador À entrada FM do oscilador FM - Frequency Modulation, e a saída audio do oscilador à entrada do módulo de saída.<br /><br />Se fosse um verdadeiro sintetizador modular, existiria um drone contínuo, mas não existe. Em vez disso, se tocar o teclado controlados, o som é produzido com um envelope quadrado (o mais típico e ao estilo dos orgãos). Isto significa que existe um amplificador no módulo de saída, controlado, na ausência de um envelope, pelas mensagens Note On e Note Off do teclado.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/originjoystick.gif" alt="" width="300" height="265" /></p>
<p><br /><br />Vamos agora adicionar um segundo oscilador, ligeiramente desafinado do primeiro, repetindo a operação anterior e fazendo as ligações apropriadas. Agora deparamos com um problema, só ouvimos um oscilador pelo que é necessário (com toda a lógica) criar uma pequena mesa de mistura, para poder somar os vários osciladores, e só depois passar a saída desta ao modulo de saída (amp). Isto, mais uma vez, faz perfeito sentido mas estranhamente, a mesa de mistura não fica localizada entre os osciladores e o módulo de saída. Tal situação não constitui qualquer problema ou impedimento à programação, mas é visualmente confuso. Felizmente, podemos obter um arranjo mais agradável &ldquo;saltando&rdquo; por cima do ecrã Edit/Patch, que oferece nos oferece uma visão diferente da mesma coisa, ou seja agora vemos a arquitectura do som que estamos a criar como uma matriz de módulos de 6x5, com a vantagem de poder-mos mover os módulos para qualquer posição desejada (que estranho - uma representação permite 24 módulos, a outra permite 30!). Seleccionando a mesa de mistura nesta vista, podemos movê-la e posiciona-la do modo desejado. Neste modo agora o ecrã mostra as interligações, com diferentes linhas coloridas para diferenciação entre os vários tipos de sinal (audio, controlo, etc).<br />Convenhamos que num Modular analógico também a posição dos módulos é relativamente fixa e não faz ia grande sentido alterar a cada novo som &ldquo;fabricado&rdquo;. Não era nada fora do comum perder-mo-nos no labirinto de cabos de uma qualquer som só para tentar perceber o que era o quê, ou o que fazia o quê.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;">
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><em><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/edi_rack.jpg" alt="" width="445" height="324" /></em></td>
</tr>
<tr>
<td><em>O ecrã Edit/Rack não mostra as interligações entre módulos, mas permite-lhe ver o que <br />está a acontecer no &ldquo;painel de controlo&rdquo; virtual do sintetizador, e mover os knobs e <br />sliders quanto desejar, tal como poderia fazer num sintetizador modular físico.</em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</p>
<p><br /><br />Podemos agora continuar a adicionar módulos, criando ligações audio complexas e modulação inter-módulos com todo o à vontade. Adicionalmente, ao contrário da maioria dos sintetizadores modulares, os módulos do Origin permitem dirigir CVs e sinais audio singulares para múltiplos destinos (caso contrário teríamos de usar números gigantescos de módulos para sons mais complexos), e as suas entradas podem receber de múltiplas fontes. Isto é equivalente a ter um &ldquo;múltiplo&rdquo; em cada saída e uma mesa de mistura em cada entrada, aumentando as capacidades de interligação e modelação de módulos e sinais do Origin.<br /><br />Evitando a tentação de ceder-mos á loucura de começar a ligar módulos e mais módulos, vamos então completar esta arquitectura simples adicionando o filtro passa-baixos do Jupiter 8, a partir das sonantes opções passa-altos, passa-baixos, passa-bandas e notch filter, juntando um gerador de envelopes e, finalmente, um LFO (oscilador de baixa frequência). Depois retiramos a sensibilidade de pressão que estava configurada por defeito, e criamos um varimento de frequencias com o apropriado e adicionamos uma pequena modulação de pitch. O resultado foi quente e cativante e a muitos níveis não foi diferente de um grande sintetizador analógico. Ficamos impressionados.<br /><br /><strong>Mais do que apenas um sintetizador</strong><br /><br />Do lado mais à direita do painel, irá encontrar 3 slots de efeitos do Origin. Cada uma aloja os mesmo 5 algoritmos: chorus, delay, reverb, distorção e dual phaser, cada um deles com possibilidade de sincronia via MIDI onde apropriado. As possibilidades de endereçamento de sinal (acessível pela página Program/Mixer são sofisticadas, com opções de em série, paralelo e independente (isto é, por saída) e, com certas excepções, podemos colocar qualquer dos 3 efeitos nas slots que quiser. No entanto, não há nada de muito sofisticado nos efeitos em si. Eles são de recorte estilo stromp-box, por isso, se quiser efeitos exóticos e sedentos de potência, devemos usar as saídas audio independentes disponíveis no Origin, para desta forma dirigir cada som para um processador externo que tenhamos ou queiramos usar.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;">
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/seq.jpg" alt="" width="445" height="323" /></td>
</tr>
<tr>
<td><em>A secção do sequenciador oferece 3 filas de VCs ("voltagem" de controlo) virtuais e <br />ainda um arpeggiator, cada um deles com um ecrã de edição dedicado. O ecrã de vista <br />geral permite-lhe ver todas as 3 sequências simultaneamente, ajudando-o a perceber <br />o modo como estas interagem.</em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</p>
<p><br /><br />Ao longo de todo o extremo anterior do Origin, encontramos o sequenciador de 16 passos - excepto que não é &ldquo;apenas e só&rdquo; isso. Apesar de ter-mos apenas uma fila de 16 knobs e botões, o sequenciador permite três linhas independentes de sequenciação, cada uma com até 32 passos. Há imensas possibilidades em oferta: quantisação, swing, accents e por aí fora - e não estamos limitados a criar apenas sequências de notas. Podemos ter estas mesmas sequências a modelar uma miriade infinita de parâmetros do nosso som. Assim, se quiser-mos podemos dirigir a sequência 1 para as entradas de pitch (para tocar notas) de 2 dos 4 osciladores, bem como a pan e a velocidade do LFO1, ligar a sequência 2 para o FM (Cut Off frequency) do filtro, a velocidade do LFO2 e a rapidez do Ataque do envelope 1, e a sequência 3 para, bem, podem imaginar e deixar a vossa imaginação preencher este espaço.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/origin_seq.jpg" alt="" width="344" height="260" /></p>
<p><br /><br />Está também presente um arpeggiador simples que segue o modelo Roland, com modos Cima, Baixo, Cima/Baixo e aleatório ao longo de 1, 2, 3 ou 4 oitavas. Se está à procura de sons celestiais dos sintetizadores de um Jupiter arpeggiado, aqui está a resposta. Em alternativa, podemos adicionar um pouco de distorção num programa de um Minimoog e correr o arpeggiador e o &lsquo;Karn Evil 9&rsquo; do ELP e já estaremos bem perto.<br /><br />Pressionar o botão &lsquo;Prog&rsquo; leva-nos a um set de 5 páginas, uma das quais (a da mesa de mistura de efeitos) já mencionada, e as outras 4 dedicadas a funções de modulação avançadas. A primeira destas é um gerador de envelopes a duas dimensões e 5 passos. Originalmente desenvolvido com a base da síntese Vectorial da Sequential Circuits, isto permite um fenomenal controlo, e uma programação cuidada pode originar resultados verdadeiramente marcantes.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.mk2.pt/file/ARTURIA/big_origin_top.jpg" target="_blank"><img style="vertical-align: middle;" src="http://www.mk2.pt/file/ARTURIA/big_origin_top.jpg" alt="" width="229" height="131" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.mk2.pt/file/ARTURIA/big_origin_top.jpg" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Pressionar para AMPLIAR</strong></em></span></a></p>
<p><br /><br />A página seguinte tem uma versão do modelador Galaxy da Arturia, testemunhado pela primeira vez na em ulação do Jupiter 8 da Roland comercializada pela Arturia. Na primeira review disto que fiz no Jupiter 8V estava um pouco céptico, mas rapidamente descobri que tinha a capacidade única de gerar modulações cíclicas e/ou descontínuas de todas as maneiras. Inevitavelmente, a majoração de efeitos que obtemos disso são, bem, apenas efeitos, mas com um pouco de planeamento pode também criar alguns sons dignos de nota. Embora muito útil para criação de pads e ambientes constantemente evolutivos e como tal mais orgânicos.<br /><br />As outras 2 páginas contém LFOs globais. Estes têm as formas de onda standard, mais uns &ldquo;docinhos&rdquo;, como waveshaping para as ondas triangulares e quadradas, sincronização, atraso e tempo de fade-in. Há muito controlo sobre os parâmetros e, como sempre, a saída pode ser dirigida para múltiplos destinos. Simples? Sim, mas não limitado.<br /><br />Antes de avançar, temos de fazer menção especial ao Joystick Mixer. Semelhante, no conceito, ao gerador de envelope 2D (é, mais uma vez, descendência do Prophet VS), que permite o atribuir de até 4 entradas áudio de qualquer lado no sintetizador e 2 fontes de modulação, e depois dirigir a saída para diversos destinos. O controlo do som é então feito usando o joystick, ou por disparo de outro contorno de 2 dimensões. Novamente, as possibilidades de controlo podem ser estonteantes.</p>
<p><br /><strong>Modo Multi</strong></p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><img src="file/reviews/arturia_origin_mixer1.jpg" alt="" width="440" height="337" /></p>
<p><br /><br />Tendo criado a arquitectura e programado alguns sons, o modo Multi permite que tenhamos acesso em simultâneo até 4 deles. Cada programa pode ser atribuído a um canal MIDI, transposto por até +/- 24 semi-tons, e restrita (ou não) a gama de notas a que responde (para divisões de teclado por mais que um som - Keyboard Splits ou Layers), este modo é perfeitamente adequado para trabalhos multi-tímbricos de 4 partes.</p>
<p><br /><br />Foi durante esta investigação que eu realmente começamos a apreciar o Origin. Primeiro, descobrimos que edições feitas a Programs no modo multi podiam ser gravadas ao ser gravado o Multi em si (isto pode parecer um ponto subtil, mas é um enorme benefício quando comparado com sintetizadores que exigem que edite e grave os programas integrantes independentes do todo composto). Depois, meio por acidente, fizemos o layer de um dos nosso programas do Minimoog com arpeggiador comum dos presets de fábrica, um pad lento chamado Seqpadbell. O Jean Michel Jarre ter-nos-ia vendido a avozinha por esta combinação, e suspeito que, com um pouco de regateio, teria conseguido também a Charlotte Rampling.<br /><br />Isto deu origem a um sintetizador com oscilador duplo tocado a partir de um pesado varrimento com um phaser. O Origin não vacilou, o arpeggio pouco distorcido continuou pouco distorcido, o som Seqpadbell continuou a ter o seu delay, chorus e reverb e o nosso novo pad de Strings continuou a ser invertido na  fase. Por outras palavras, o modo Multi é genuinamente multi-tímbrico, e os sons de cada uma das suas quatro partes são reproduzidos com todos os seus efeitos intactos. Não é possível expressar o quão feliz isto nos deixa. Muito bem, Arturia! A maioria dos sint.s usa sons altamente embelezados por efeitos, mas depois o seu  modo multi-tímbrico só permite ter um numero reduzido de efeitos e que têm de ser partilhado, como consequência os sons ficam mais pobres que em isolamento.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/painel-origin.jpg" alt="" width="398" height="432" /></p>
<p><br /><br /><br />Ainda tentando fazer com que o Origin bloqueasse, inserimos uma sequência de bateria analógica na quarta e última slot. Não seja induzido em erro, o Origin não tem quaisquer Kits de bateria além daqueles sons individuais que programar e não tem um sequenciador de bateria. Não obstante, pode fazer-se muito com o sequenciador existente, e capacidade de síntese não faltará seguramente, pelo que tentamos ver se conseguíamos fazer todo o Oxygen (do Jean M. Jarre) em apenas um Multi. Surpreendentemente, conseguimos (ou lá perto), e ainda assim o origin recusou-se a soluçar. A única coisa que notamos foi que tinhamos atingido o limite de CPU da maquina, porque a polifonia, que tem um máximo de 32 notas, caiu para apenas 4. Talvez tivessemos conseguido aliviar a carga do CPU com a substituição dos algo gananciosos módulos do Minimoog e do Jupiter 8 por módulos mais abstémios do Origin, mas não importa - neste ponto, estavamos simplesmente a divertir-nos.<br /><br /><strong>Em uso</strong><br /><br />A Arturia dá grande relevo aos seus osciladores, clamando que a sua tecnologia TAE &ldquo;permite a produção de osciladores totalmente sem artefactos alias em todos os contextos.&rdquo; Para os que não estão familiarizados com o termo, o aliasing é um efeito lateral que ocorre quando aparelhos digitais tentam manipular sinais - entradas do mundo exterior ou gerados internamente - cujas larguras de banda excedem as do sistema. Resulta em quase todos os casos na criação de componentes de frequência extemporânea que não estão relacionados com o audio desejado, e podem resultar em sons desagradáveis e "cacofónicos". As palavras da Arturia são exageradas. mas um aliasing significativo é gerado apenas no oscilador do Origin. dada a pouca carga do CPU deste módulo (ah!, foi aqui onde o &ldquo;custo&rdquo; do processador foi poupado) isso não é surpreendente, e é bem aceitável segundo a nossa opinião.<br /><br />Não obstante, pode desejar este alerta que as possibilidades dos osciladores emulados ficam bem atrás das suas inspirações e não os modelam com precisão. Por exemplo, o oscilador do Minimoog oferece distintivamente possibilidades não-Minimoog, tal como PWM (o que, não sendo um purista, penso que é uma coisa positiva) e a sua onda quadrada tem um ciclo de trabalho de 47 %, que pode emular um Minimoog, mas não é o mesmo que o minimoog típico. Mais anomalias estão presentes em outros módulos, mas quer estas o preocupem ou estimulem, irá ser determinado pela maneira como escolhe fazer a sua  aproximação ao Origin - como um emulador ou como um novo instrumento no seu pleno direito. Nós inclinamos-nos mais para o último!<br />Partindo dos osciladores analógicos virtuais, queremos enaltecer o oscilador wavetable (tabela de ondas), uma colecção de 96 pequenos recortes em forma de onda modulados na ROM do Prophet VS. Podemos inserir quatro destas num único patch e controlá-las usando a mesa de mistura do joystick e o envelope 2D de um modo muito similar ao original. Gostamos muito dos sons que obtivemos a partir disto e, dado que o VS ainda é um dos nossos sintetizadores favoritos, isto não é um elogio pequeno.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="http://mk2.pt/file/reviews/origin@mk2_1.jpg" alt="" width="440" height="330" /></p>
<p><br /><br />Vamos agora falar do módulo Envelope. Descrito pela Arturia como um ADSR, na realidade isto é errado, e o manual e muito pobre na sua descrição. O contorno gerado é, de facto, um envelope H1-A-D1-H2-D-S-R, similar aqueles encontrados em alguns sintetizadores (digitais) da Korg e Yamaha. Em outras palavras, tem uma fase &ldquo;Hold&rdquo; antes da entrada do &ldquo;Attack&rdquo;, e duas etapas &ldquo;Decay&rdquo; com uma duração de pausa configurável entre elas. Adicionalmente, além de ser possível modular os vários tempos A, D e R (Release), pode ajustar-se as suas formas desde o linear até à logarítmica. O que significa que podemos imitar as várias respostas de muitos sintetizadores clássicos,e até aproximar-se dos pouco usuais envelopes da série Yamaha CS. Assim, enquanto apenas um módulo de envelope é fornecido, este consegue emular muitas das subtilezas dos 4 sintetizadores vintage dos quais os osciladores e filtros são baseados. a Arturia devia fazer muito mais no manual e material de marketing do Origin, pois isto é uma muito boa matéria. <br /><br /><strong>Passando à facilidade de uso</strong>, o Origin não é dos instrumentos mais fáceis de dominar, mas está muito bem pensado e uma vez que se lhe apanhe o jeito, é sempre a direito. Para uma actuação em palco, a Arturia até incluiu uma página &ldquo;Live&rdquo;  que permite fazer o mapeamento dos parâmetros  mais importantes (ou os que pretender-mos controlar ao vivo) para os 8 knobs programáveis colocados nos dois lados do ecrã, bem como para o joystick e os outros knobs do painel de controlo.  Dado o número limitado de knobs utilizáveis nas secções do oscilador, filtro, LFO e envelope, isto não é um luxo, é uma necessidade se quiser fazer o tweak de elementos múltiplos do som à medida que está a tocar.<br /><br /><strong>Mas e o som? </strong><br />Dado que não consegue criar uma cópia exacta de nenhum dos sintetizadores a partir dos quais o Origin tem a sua inspiração, podem soar como alguns dele, ou os seus sons serem apenas um mistura de timbres analógicos. A resposta é: um pouco dos dois. Podemos forçar o Origin a soar a um minimoog ou um Jupiter 8, mas na realidade com tantas possibilidades em seguro que com brevidade vamos preferir criar sons que não conseguimos obter a partir de nenhum sintetizador existente. Um exemplo? 3 osciladores num arranjo do tipo Memorymoog, mas em vez de escolher-mos um filtro do tipo Moog, colocar um par de filtros 12dB/oct passa baixos e Passa Altos do CS80. O resultado não soou nem como um Moog nem como um CS80. É um novo sintetizador com a sua própria personalidade.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;">
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/minimoog.jpg" alt="" width="440" height="319" /></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><em>O template Minimoog fica no topo de uma configuração que é, em forma e som, <br />similar ao Minimoog genuíno, e o encoraja a criar ou tocar patches do mesmo <br />modo que faria no sintetizador original. Funções extra de LFO e modulação estão <br />&ldquo;escondidas&rdquo; nos respectivos botões no topo do ecrã.</em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</p>
<p><br />Para ser-mos honestos, há muito mais que gostávamos de ver aqui discutido, mas não há espaço para o fazer, caso contrário acabariamos a escrever um anual e não um teste!! Temos de pedir desculpas por passar por cima do Bode Frequency Shifter, as entradas audio que permitem o tratamento do audio externo como se tivesse sido gerado por um oscilador dentro do Origin, os templates Stereo filter e Crazy FX, que tiram vantagem destas entradas, as páginas MIDI e System, as funções de pesquisa de sons, os sons de fábrica, e muito mais. Também poderiamos dar uma achega sobre a colocação dos controlos de brilho e de contraste, que estão cobertos (!) pelas laterais de madeira. No entanto, há espaço suficiente para reportar que, no fim, conseguimos causar um problema (ainda que não um crash). Estávamos a retirar módulos da página Edit/Patch enquanto tocávamos, criando alguns estalidos bastante maus e imperceptíveis ao fazê-lo, e de repente o Origin ficou silencioso. Podia ainda navegar nas páginas e editar, mas não importava o que fizesse, não saía qualquer som, e tive de o desligar e o voltar a ligar para restaurar a normalidade. Se esta é a única maneira de lhe causar uns soluços, o Origin é uma peça de estabilidade digna de nota.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="file/reviews/origin_back_panel.jpg" target="_blank"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/origin_back_panel.jpg" alt="" width="440" height="88" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="file/reviews/origin_back_panel.jpg" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Pressiona para AMPLIAR</strong></em></span></a></p>
<p> </p>
<p><strong>Fisicamente falando</strong>:<br />Pesando 8 kg, o Origin é um caso robusto de 6U desenhado para uso tabletop, mas também pode retirar o lábio frontal e as abas de madeira para montagem em rack se assim preferir. O hardware é sólido, e o LCD a cores de alta resolução tem uma boa leitura de diferentes ângulos de visão. (Não seria fantástico se o écran fosse também sensível ao toque?). A única coisa pode ser questionável acerca do design é a escolha de uma fonte de alimentação externa. Com indicação de 6,5V e emitindo uma corrente massiva de 3.85A, nunca vimos nada parecido. O que significa que devemos ter muito cuidado para não trocar inadvertidamente o mesmo. â€¨Se deixar de funcionar, é extremamente improvável que consiga encontrar uma substituta na loja de material eléctrico do bairro, pese embora o distribuidor nacional garantir total rapidez na sua substituição).<br />As ligações do Harware do Origin são as seguinte:<br />Saídas<br />2 saídas 1/4&rsquo;&rsquo; audio principal<br />8 saídas 1/4&rsquo;&rsquo; auxiliares<br />1 saída digital S/PDIF <br />1 saída estéreo de auscultador<br />Entradas:<br />2 entradas audio 1/4&rsquo;&rsquo;<br />1 Pedal Sustain<br />1 footswtich<br />MIDI <br />MIDI In, Out e Thru<br />USB 2</p>
<p> </p>
<p><strong>Módulos e sons de fábrica</strong><br /> Há actualmente 20 tipos de módulos a partir dos quais podemos construir sintetizadores no Origin. Sem sobrecarregar o limite do processador, o que pode ocorrer mais rapidamente usando mais de uns módulos que outros, parece existir um limite máximo de 20 módulos que podemos inserir num dado momento. Também há sub-limites, como nove osciladores, quatro filtros e quatro mesas de mistura num qualquer  programa. As 3 slots de efeitos, mesa de mistura de efeitos, envelope 2D, módulo Galaxy e LFOs globais estão sempre disponíveis e não entra para a contagem do limite de módulos.<br /> Aqui fica uma lista dos módulos do Origin:<br /> Osciladores: Origin, ARP2600, CS80, Minimoog, Jupiter 8, Wavetable<br /> Filtros: Origin, ARP2600, CS80, Minimoog, Jupiter 8<br /> Outros: Keyboard Follower, Envelope, Modulador de CV, LFO, MiniMixer, Ring Modulator, Bode Frequency Shifter, Joystick Mixer, Output<br /> O Origin tem espaço para 1000 programas, 400 dos quais são predefinidos de fábrica, e 256 Multis, sendo que 100 destes são predefinidos. Este âmbito, desde emulações relativamente simples e muito utilizáveis de sintetizadores analógicos vintage até composições complexas compostas de múltiplas camadas de patches &ldquo;analógicos virtuais&rdquo; sequenciados/ arpeggiados, Eu não era um grande fã das programações de fábrica mais complexas e preferi criar as minhas (mais simples) durante o decorrer da review. De qualquer das maneiras, não tenho dúvida que outros vão ficar felizes de usar muitos dos sons em oferta.</p>
<p> </p>
<p>
<table style="width: 449px;" border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/reviews/origin_soft.jpg" alt="" width="440" height="340" /></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>O software Connection</strong><br /><br />O software Connection do Origin corre em Mac OS X e windows (XP e Vista) e tem essencialmente dois tipos de funções: armazenamento de som/sequências e upgrade do firmware.<br />Ao ligar o Origin ao computador via ligação USB 2, esperava-se que o software e o sintetizador se sincronizassem quase imediatamente, mas a demora foi bem mais longa do que o previsto. No entanto, uma vez ligado e a correr, as funções de backup / biblioteca pareceram trabalhar correctamente, apesar de se ter encontrado alguns detalhes do interface do utilizador algo inconsistentes, apesar de tudo isto não afecta os sons, mas possivelmente poder-se-ia ter &ldquo;arrumado um pouco melhor a coisa&rdquo;.<br />Também pode usar-se este software para interligar dois Origin, e trocar sons entre eles.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</p>
<p> </p>
<p><strong>Templates Vintage</strong><br />Se quer criar sons em algo que se assemelhe a um sintetizador clássico, o Origin tem um template de Minimoog que oferece os módulos apropriados e correctamente configurados para permitir que faça a programação e toque como no original.<br />Como poderia esperar, inclui 3 osciladores Minimoog, e os controlos aparentam emular os do sintetizador real. No entanto, o todo não é o que parece. Por exemplo, há sincronia de osciladores e, enquanto os envelopes parecem gerar os contornos do ADSD do Minimoog, o knob Release no painel de controlo físico também controla a libertação do som (o que, obviamente, não corresponde ao minimoog original). Além do mais, há um LFO dedicado, uma matriz de modulação e polifonia.<br />Estranhamente, dada a qualidade de muito do software do Origin, há dois óbvios bugs no template. O manual descreve a matriz de modulação como tendo oito slots (quando tem apenas seis) e o modo Uníssono descrito não está presente.<br />Não valorizando demais estes erros (até porque o domínio do software pode facilmente corrigir os mesmos com um simples update), estamos bem contentes com o que foi adicionado ao template, porque responde à inevitável pergunta: &ldquo;ah, mas o som é idêntico ao do Minimoog real?&rdquo; Eu prefiro ver o template como uma ajuda à programação visual que permite recrear muitos dos sons Minimoog-escos (o que, respondendo à questão, faz bem) e para programar sons avançados que usam a arquitectura Minimoog meramente como um ponto de partida.<br />Não há de momento templates de fábrica para o CS80, Jupiter 8, ARP 2600 ou Prophet V. O manual promete-os para o futuro, mas pensamos que poderia tentar construir um CS80 por nós mesmo. Primeiro, tudo correu bem quando criei dois circuitos audio necessários separadamente, cada um com filtros pass altos e passa baixos independentes, envelopes e LFOs duplos, e modulação ring global. Mas quanto terminei de inserir todos os módulos, o visor do CPU estava com leituras acima dos 100 por cento e o Origin calou-se. Não pela primeira vez (nem pela última) tomei noção que o Origin não é apenas um V Collection da Arturia mas na forma de hardware.</p>
<p> </p>
<p><br /><br /><strong>Conclusões</strong><br /><br />O Origin não é a implementação exacta em hardware dos softwares de síntese existentes da marca, e não deve ser abordado como tal. Sim, assenta em aspectos dos sintetizadores vintage, mas o número e âmbito dos módulos presentes é muito menos que uma completo retalhar em módulos os instrumentos originais, e não emula de absoluto nenhum deles, permitindo-lhe, em vez disso, criar novas arquitecturas de síntese e sons, usando os módulos como blocos de construção. Este sintetizador pode criar sons fabuloso que são reminescentes de um Minimoog, ARP2600, Jupiter8V, CS80 ou um Prophet VS, mas ficamos mais impressionado pela sua capacidade de fchegar muito além destes.<br /><br />Inevitavelmente o Origin é demasiado caro para ser apelativo para toda a gente, mas o tempo de desenvolvimento e o esforço que foi despendido nelo foi enorme, e isto é reflectido no seu custo. Pessoalmente, estamos ansiosamente à espera de uma série de prometidos melhoramentos (como readouts numéricas e melhores capacidades de controlo MIDI), como a versão com teclado. Esta, em complemento a um teclado de 61 notas sensível à velocidade e pressão, vai adicionar uma roda de pitch-bend, uma mod wheel e um controlador de fita ao Origin existente, e podia bem ser o sintetizador analógico de sonho de um live performer, dispensando a necessidade de carregar um monte de material vintage velho, pesado, delicado e valioso. Hmm, ora aí está uma ideia...<br /><br />Edição : Alguns destes melhoramentos já foram adicionados e muitos estão a caminho com um forte compromisso da marca em assinar o seu aniversário com novas características bombásticas, e tudo sempre grátis!</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="http://mk2.pt/file/reviews/origin@mk2_2.jpg" alt="" width="440" height="330" /></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;">
<table style="width: 440px;" border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Pros</strong><br /> 
<ul>
<li>Detentor de um som rico e envolvente</li>
<li>Oferece fabulosas e extensas capacidades de modulação</li>
<li>Os efeitos são verdadeiramente multi-tímbricos. Hurray!</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Contras  </strong>  <br /> 
<ul>
<li>A fonte de alimentação externa pode ser difícil de substituir (MK2 garante rapidez)</li>
<li>O manual é incompleto em certos locais</li>
<li>Não é barato <em>(mas o bom nunca é :(   )</em></li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Em suma:</strong><br />O Origin é um instrumento único, combinando síntese modular analógica virtual derivada do excelente  software de emulação de sintetizadores clássicos vintage, mas com funções modernas como splits, camadas e efeitos verdadeiramente multi-tímbricos. Tem um corpo e som excelente e, se puder compra-lo, deve analisá-lo com toda a atenção, pois não há qualquer outra coisa capaz de fazer precisamente as mesmas funções.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><br /> 
<table style="width: 440px;" border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Alternativas</strong><br /><br />Se gosta da ideia de síntese modular mas num ambiente digital, há muito Nord Modular e Micro-Modular descontinuados que permitem construir sintetizadores de grande complexidade usando uma maior gama de módulos que o disponível no Origin. Esta opção está disponível por preços muito razoáveis, e apesar de não terem qualquer pretensão na emulação analógica, continuam a ser ferramentas soberbas de design sonoro. Uma vez configurado e editado, podem ser tocados como instrumentos independentes, apesar de a edição estar alojada num computador servidor, por isso não são autónomos da forma que é o Origin. <br />Na outra ponta do espectro, talvez possa gostar de considerar o algo estilo Audio Pluggiator. Mas o mesmo  também utiliza um computador como editor anfitrião, logo também é autónomo uma vez carregado com os sons que quiser tocar. No entanto, ao contrário dos Nords, suporta uma boa quantidade de &ldquo;plug-ins&rdquo; de emuladores de sintetizadores vintage,, apesar de não oferecer a abordagem modular quer dos Nords quer do Origin.<br />O Origin é então único? Suspeito que sim. Outros produtos ultrapassam aspectos da sua operacionalidade (podia até considerar PCs numa caixa, como o Neko64 e o Oasys Korg) mas se quer fazer exactamente o que ele faz, o Origin DOMINA.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</p>
<p style="text-align: center;"> </p>]]></description>
  </item>
  <item>
    <title>Arturia Analog Factory Experience por FutureMusic.com</title>
    <pubDate>Tue, 17 Feb 2009 23:00:00 +0000</pubDate>
    <link>http://www.mk2.pt/review.php?id=143</link>
    <description><![CDATA[<p>Recentemente a Arturia deu um passo mais arrojado, e finalmente decidiu avançar também para a fabricação de algum hardware. O primeiro passo foi encomendar a um dos mais reputados fabricantes de controladores, um teclado que fosse uma réplica daquele que poderíamos encontrar no interface do Analog Factory. E assim nasceu o Analog Factory Experience (AFE). A ponte perfeita entre hardware e software estava construída. Ao arrancar o AFE sincroniza o hardware e software e por via dos seus botões rotativos sem paragem nunca existe desajuste entre a posição física dos mesmos e a posição "virtual" no software. Mais ainda: a forma como tudo está pensado permite dispensar o rato e teclado do computador pois até a navegação e selecção de sons pode ser feito directamente do teclado incluído no pacote do AFE.</p>
<p><strong>O AFE é quase como o Slogan page 1 leve 2, ou seja, compre um bom teclado controlador Midi e ganhe um plug In com sons fantásticos, ou compre um bom plug in com sons fabulosos dos clássicos da síntese e ganhe um óptimo controlador MIDI!!</strong></p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/ARTURIA/review_site1.gif" alt="" width="449" height="568" /></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/ARTURIA/review_site2.gif" alt="" width="449" height="575" /></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"><img style="vertical-align: middle;" src="file/ARTURIA/site_review3.gif" alt="" width="449" height="641" /></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://files.mk2.pt/news_reviews/review_afe_by_futuremusic_dot_com.pdf" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Para quem preferir descarregar/ver em Versão PDF pode pressionar aqui</strong></em></span></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://futuremusic.com/news/testdrive/arturia_analog_factory_experience_review.html" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong></strong></em></span></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://futuremusic.com/news/testdrive/arturia_analog_factory_experience_review.html" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>Pressionar aqui se preferir ver teste no site original FutureMusic.com</strong></em></span></a></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>]]></description>
  </item>
  <item>
    <title>Magma Switchbox testada pela Skratchworx</title>
    <pubDate>Mon, 08 Dec 2008 0:00:00 +0000</pubDate>
    <link>http://www.mk2.pt/review.php?id=142</link>
    <description><![CDATA[<p>O conhecido site de review e noticias (muito associado ao mundo do Turntablism/ Hip Hop/ Scratch) Skratchworx publicou o seu teste da caixinha mágica da Magma. De forma breve, o objectivo deste produto é facilitar a transição de Djs num qualquer evento ou club, tendo em conta que actualmente não será nada fora do comum ter, por exemplo, o DJ 1 que usa Traktor Scratch Pro, seguido por DJ 2 que usa vinil, seguido por DJ 3 que usa Serato, etc... para fazer face a esta situação sem interromper o espectaculo ou a cabina tem mais do que um setup, ou sem uma caixa destas, é necessário estar a incomodar o Dj que nos antecede para poder-mos ligar o nosso sistema, no final teremos de ser incomodados pelo Dj que se segue e que quererá montar o seu sistema, etc...<br /><br /><br /><strong><em><span><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://skratchworx.com/reviews/switchbox.php" target="_blank"> Aqui fica o Link para o Review</a></span><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://skratchworx.com/reviews/switchbox.php" target="_blank"> </a></span><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://skratchworx.com/reviews/switchbox.php" target="_blank"> (basta pressionar)</a></span><br style="text-decoration: underline;" /><span style="font-style: normal;"><span style="font-weight: normal;"> </span></span></span></em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><img src="file/magma/switchbox_banner_for_review.jpg" alt="" width="449" height="306" /><br /><br /></p>]]></description>
  </item>
  <item>
    <title>8040a Pequena DimensÃ£o, Grande SOM</title>
    <pubDate>Thu, 13 Nov 2008 0:00:00 +0000</pubDate>
    <link>http://www.mk2.pt/review.php?id=4</link>
    <description><![CDATA[<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><span style="color: #333333;"> <span style="color: #333333;">Com uma performance comparável a sistemas muito maiores, embora com uma dimensão significativamente mais pequena e compacta, os bi-amplificados 8040A são ideais para situações onde uma ampla resposta de frequência é exigido mas o espaço disponível é diminuto.</span><br style="color: #333333;" /><span style="color: #333333;">Pensados para utilizações tão amplas quanto monitorização em proximidade, estúdios médios e caseiros, estações de trabalho, salas de controlo de emissoras rádio e TV ou mesmo produções/ estúdios móveis.</span></span><br style="color: #333333;" /> </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><span style="color: #333333;"><img src="file/genelec_8040a_monitors.gif" alt="" width="185" height="138" align="middle" /></span></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><span style="color: #333333;">A engenhosa porta de reflexão, fluxo optimizado, permite atingir baixos profundo e definidos sem compressão ou distorções normalmente associadas a portas de reflexão. Combinando o sistema avançado de controlo de direcçionalidade da Genelec (DCW), cantos arredondados e face e laterais ligeiramente arredondados destes monitores resultam num som surpreendentemente aberto e linear. Outros benefícios são as suas soberbas qualidades na reprodução da "imagem estéreo" dentro e fora de eixo que entre todas as outras características contribuem para uma menor fadiga auditiva.<br /> <br /> Filtros de crossover cuidadosamente desenhados com cortes de fortes inclinações dedicados a cada um dos "drivers" de baixa distorção. As 8040 A incluem blindagem magnética (permitindo ser usados na proximidade de monitores ou outras fontes/ equipamentos magneticamente sensíveis), circuito de protecção contra sobre-cargas de sinal e controlos que permitem afinar a resposta ao tipo de sala compensado alguns dos seus erros.<br /> <br /> Cada 8040A é vendida com os Iso-Pod (uma espécie de bases suporte isolantes anti-vibração) que eliminam a coloração de som ao "separar" e isolar os monitores do contacto com a superficie onde estão pousados. Os Iso-Pod permitem posicionar os monitores num angulo ideal e de perfeita direcçionalidade acústica. Para fazer face a todo o tipo de superfícies e formas de instalação estas Genelec dispõe de pontos de apoio para suportes no chão ao na parede, com a adição de um orifício M10 na sua base.<br /><br /><br /></span>A MK2 dispõe dos excelentes monitores Genelec nas suas salas, nomeadamente no estúdio de Aluguer de DJ (8040a + Subwoofer 7060B) e na sala dos cursos de DJ (8030a+ Subwoofer 7050B) devidamente calibradas!</span></p>
<p> </p>
<p><span style="color: #333333;">Review original publicado em 13/11/2005</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><br /></span></p>
<p><span style="color: #333333;"> <br /></span></p>]]></description>
  </item>
  <item>
    <title>Pioneer MEP-7000 All things Digital!</title>
    <pubDate>Tue, 05 Feb 2008 0:00:00 +0000</pubDate>
    <link>http://www.mk2.pt/review.php?id=141</link>
    <description><![CDATA[<p>Mais uma novidade Pioneer!<br /> <br /> A marca promete não abrandar, parece que todos os cépticos que sentiam que a marca não estava a acompanhar a marca dos tempos (leia-se MP3, Digi-Djing,...) começam agora a compreender que a marca não andou a dormir!<br /></p>
<div style="text-align: center;"><img src="file/reviews/mep_7000_main.png" alt="" width="425" height="434" /><br /></div>
<p><br /> <br /> <br /> <br /> Qual é a novidade :<br /> <br /> Um leitor de CD/DVD Duplo, capaz de ler múltiplos formatos (MP3, AAC, WAV, AIFF), e como se não basta-se é também um controlador MIDI para software de Digi-DJing, inclusive para o DJS PC da Pioneer!<br /> há mais ainda falta dizer que também possível tocar a partir de uma Stick USB, disco eterno USB ou Ipod!!?<br /></p>
<div style="text-align: center;"><img src="file/back_of_full_unit.jpg" alt="" width="449" height="220" align="absmiddle" /></div>
<p><br /> <br /> Formatos compatíveis: MP3 DVD, MP3 CD,CD-G,CD,CD-R e CD-RW<br /> Ligações á Drive : 2x USB device (memo stick, ext. HDD)<br /> Ligações para controlador apenas: PC connect (MIDI & HID) <br /> O controlador necessita de uma ligação extra USB para alimentação!<br /> <br /> <br /> Saídas:<br /> A & B analogue <br /> A & B digital <br /> Display Central:  video output</p>
<div style="text-align: center;"><img src="file/dimensions.jpg" alt="" width="449" height="247" align="absmiddle" /></div>
<p><br /> <br /> <br /> Todo conceito deste novo aparelho gira em volta do seu enorme display.<br /> Usando os Botões por cima dele localizados podemos com toda a facilidade navegar por todas as funções importantes e adicionais!</p>
<div style="text-align: center;"><img src="file/pioneer_sepc1.jpg" alt="" width="449" height="263" align="absmiddle" /></div>
<div style="text-align: center;"><br /> <br /> <br /> <br /> <br />
<div style="text-align: left;">
<div style="text-align: left;">Se nenhum dos botões for pressionado o ecrãn irá mostrar a informação das músicas carregadas. Mas também estas informações podem ser visualizadas nos displays por cima de cada jog-dial.<br /></div>
<br /> <br /> <br /> <img src="file/small_display.jpg" alt="" width="269" height="62" align="absmiddle" /><br /> <br /> <br /> <br /> <br />
<div style="text-align: left;">Browse : Este será provavelmente o modo mais usado, e mostra o conteúdo do disco, pasta ou dispositivo.<br /> Mix : Onde podemos compilar as nossas playlists (e que fica registadas na memória do aparelho). Estas playlist podem ser tocadas em automático com a existente funç
<script src="admin/js/tiny_mce/themes/advanced/langs/en.js" type="text/javascript"></script>
;ão de automix.<br /> Effect : representação visual do efeito seleccionado e respectivo incon.<br /> Utility : Menu de definições.<br /></div>
<br /> <br /> <br /> <br /> <img src="file/main_display.jpg" alt="" width="173" height="137" align="absmiddle" /><br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />
<div style="text-align: left;">A forma mais simples  e rápida de usar a nossa audioteca em formato digital é ligar um disco externo com as músicas bem organizadas em pastas, pois facilita a procura e garante resultados mais rápido na mesma.<br /> <br />
<div style="text-align: center;"><img src="file/mep_7000_display.jpg" alt="" width="350" height="150" /><br /></div>
<br /> Os Discos usados terão necessáriamente de ser formatados em FAT32, para utilizadores windows, vista isto obriga a utilizar uma aplicação especifica (por exemplo o freeware swissKnife da CompuApps)<br /> <br /></div>
<br /> <br /> <img src="file/mep_7000_rotary.jpg" alt="" width="350" height="201" align="absmiddle" /><br /> <br />
<div style="text-align: left;"><br /> <br /> <br /> Existem 6 botões de função que nos ajudam a seleccionar funções e opções em conjunção com o display.<br /> <br /> Ao navegar no ecrãn central usa-se o botão rotativo iluminado, pressionando para "saltar" para a função seleccionada. Se for uma pasta entramos na mesma, se for uma música são-nos apresentadas opções relativamente ao que fazer com a mesma!<br /> Navegar nas pastas basta usar os botões de < e > , para carregar o tema basta os Botões de A / B Load.<br /> <br /> <br />
<div style="text-align: center;">
<div style="text-align: left;"><img src="file/main_display_03.jpg" alt="" width="175" height="138" align="absmiddle" /><br /></div>
<br />
<div style="text-align: right;"><img src="file/main_display_02.jpg" alt="" width="173" height="135" /></div>
<br /> <br /></div>
<br /> <br /> <br /> <br /> Pitch Bend<br /> <br /> Podemos fazer correcções de duas formas distintas, jog dial ou usando os botões de + e - , sendo que estes usam o máximo possível de pitch bend, até 100 % basta para isso manter o mesmo pressionado durante o tempo suficiente.<br /> <br /> <br />
<div style="text-align: center;"><img src="file/mep_7000_jog.jpg" alt="" width="150" height="242" align="absmiddle" /></div>
<br /> <br /> Jog Dial <br /> O Jog Dial é sensível á pressão e usado para aplicar efeitos e Roll, o Jet e o Wah não usam a sensibilidade á pressão do Jog Dial.<br /> Se activar-mos o Jog Break o jog dial passa a ser usado para controlar a aplicação de efeitos.<br /> <br /> <br /> <br /> Efeitos<br /> <br /> Podemos escolher entre o modo CDJ e Vinyl (Scratch) e efeitos de Jog Break. Naturalmente se não tiver-mos qualquer efeito seleccionado o jog funciona para pitch bend na eventualidade de termos um efeito seleccionado deves usar os botões de + e - pois o jog terá como função o controlo do efeito escolhido (o centro represente a aplicação de 0 de efeito, se largar-mos o jog dial o efeito volta a 0 por si próprio).<br /> <br /> <br />
<div style="text-align: center;"><img src="file/mep_7000_jogeffects.jpg" alt="" width="350" height="133" align="absmiddle" /><br /> <br /> <br /></div>
<br /> <br /> Com o Pioneer MEP-7000  temos dois modos de efeito (Scratch e Jog Break) o que perfaz a totalidade  de 6 efeitos (3 em cada secção).<br /> <br /> <br />
<div style="text-align: center;"><img src="file/mep_7000_scratcheffects.jpg" alt="" width="150" height="171" align="absmiddle" /><br /></div>
<br /> <br /> Efeitos de Scratch<br /> Semelhantes aos já encontrados no CDJ-400.<br /> <br /> Efeitos de Jog Break<br /> <br /> <br /> <br /> Com o Jog Break seleccionado e em modo CDJ pode usar-se os botões < e > para "trancar" a posição do efeito (HOLD), uma vez trancado o efeito a informação de Hold será mostrada no display!<br /> <br /> <br /> <br />
<div style="text-align: center;"><img src="file/mep_7000_loop.jpg" alt="" width="350" height="96" align="absmiddle" /></div>
<br /> <br /> <br />  Loop<br /> <br /> . Loop In/ Hot Loop - Usa este botão para estabelecer o inicio ou para "lançar"/ relançar um loop que já tenha sido previamente estabelecido, enquanto funciona como um Hot Cue (até para "efeitos" estilo stutter)!<br /> <br /> . Loop Out/ Out Adjust - estabelece o fim do loop ou pressionado uma segunda vez permite com a ajuda do Jog Dial (ou << e >> ) ajustar o valor da saída do Loop Out.<br /> <br /> . Reloop/ Exit -  Sair do loop ou reiniciar o mesmo instantaneamente.<br /> <br /> <br /> <br /> <br />
<div style="text-align: center;"><img src="file/mep_7000_memo.jpg" alt="" width="150" height="81" align="absmiddle" /></div>
<br /> <br /> <br /> Memória interna de Cue e Loop<br /> Para cada música tocada podemos registar um cue point ou loop. Quando um disco é tocado (CD/ DVD) os dados ficam gravados na memória interna, já de um dispositivo USB os dados são registados no mesmo, o MEP vai criar uma pasta escondida com o nome Pioneer (se usar-mos as definições por defeito do Windows esta pasta não estará visivel).<br /> Para gravar um loop ou cue point basta estabelecer o mesmo, depois basta pressionar Memory/ delete. Quando carregamos uma música com um loop/ cue já memorizado um indicado de memory irá aparecer no display (basta pressionar Call para ficar imediatamente disponível para utilização!<br /> Para usar memórias de Cue Point basta usar os botões de Memory/Delete e Cue/Loop Call, para apagar uma informação já registada teremos de carregar o tema em questão e segurar por 2 segundos o botão de Memory/Delete.<br /> Na memória interna podemos registar até 200 CD's, com cerca de 10 Cue/ Loops por CD, em dispositivos USB externo o numero de registos totais depende apenas do espaço disponível no mesmo.<br /> <br /> <br /> <br /> <br />
<div style="text-align: center;"><img src="file/mep_7000_memorize.jpg" alt="" width="118" height="121" align="left" /><br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /></div>
<br /> <br /> <br /> <br /> Numa Lista de temas junto a cada um o diplay dá-nos também algumas informações adicionais muito úteis, Uma letra (A ou B) dentro de um quadrado indica que o mesmo tema está a tocar no respectivo "deck", se indicar ambos significa que estamos a tocar o mesmo tema nos dois lados. Se tiver-mos um pequeno C do lado esquerdo e em cima, então existe um cue point memorizado para este tema!<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />
<div style="text-align: center;"><img src="file/pen_front_load.jpg" alt="" width="398" height="226" align="absmiddle" /><br /></div>
<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> O MEP-7000 tem dois interfaces audio incluídos que em conjunção com um software de DJing e uma mesa de mistura podem ser tudo o que precisas para tocar (Traktor, Serato Scratch, Pioneer DJS, etc.).<br /> <br /> <br /> <br /> <br />
<div style="text-align: center;"><img src="file/mep_7000_connections.jpg" alt="" width="118" height="287" align="absmiddle" /></div>
<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Com duas portas USB o numero de dispositivos que podemos usar aumenta grandemente, o que vai da simples "pen" USB, leitor multi-cartões (MI-SD, SD,MMC, etc...)  até um disco externo ou mesmo Ipod (nesse caso o funcionamento com o  botão central será muito semelhante ao do Ipod e o seu esquema de menu/ jog.<br /> <br /> O MEP também envia informação dos nossos movimentos sob a forma de mensagens MIDI via cabo USB o que permite o controlo de qualquer software que aceite mensagens midi (Torq, Traktor, PC DJ, etc...).<br /> <br /> <br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;"> Separar das águas!!</span><br /> <br /> <br /> <br /> <br />
<div style="text-align: center;"><img src="file/sec_and_djs.jpg" alt="" width="169" height="137" align="absmiddle" /></div>
<br /> <br /> <br /> SEP-C1<br /> O controlador SEP-C1 pode ser usado em separado, ou seja, sem as drives basta usar o cabo especial para alimentação via porta USB do computador e usar também a ligação de PC com um cabo USB normal ao computador. Após o que podem pensar no MEP como um controlador para o vosso software de DJing favorito.<br /> <br /> <br /> <br /> Pioneer DJS PC Mixing Software<br /> <br /> <br />
<div style="text-align: center;"><img src="file/djstopic.gif" alt="" width="100" height="131" align="absmiddle" /></div>
<br /> <br /> <br /> É obvio que a Pioneer não deixas as coisas por mãos estranhas e embora se possa usar praticamente todos os software de DJing, o DJS (versão igual ou superior ao 1.6, a sair em Abril 08) da Pioneer é especialmente indicado para a função, com o suporte total e absoluto para o MEP-7000. Para quem não conhece esta aplicação tem um aspecto e funcionalidade muito semelhante á série CDJ/ CMX da marca e dispensa quase na totalidade a consulta de qualquer manual, deverá ser quase imediato a sua compreensão e utilização!<br /> <br /> <br /> <br />
<div style="text-align: center;"><img src="file/main_unit_pic.jpg" alt="" width="428" height="260" align="absmiddle" /></div>
<br /> <br /> <br /> <br /> Saída de video<br /> Com a mesma podemos visualizar uma cópia de tudo o que aparece que no display central do MEP basta que o monitor de destino tenha entrada de video compatível, no entanto o ecrã da unidade é bem brilhante e definido para provavelmente descartar a necessidade um outro externo.<br /> Este aparelho é capaz de reproduzir CD+G, o que permite uma utilização quase ao estilo do Karaoke, pois este formato permite o registo sincronizado de caracteres, e subsequente visualização (apenas usando a saída de pre-visualização)<br /> <br /> <br /> Algumas fotos do display central em utilização!<br /> <br /> <br /> <br />
<div style="text-align: center;"><img src="file/mep_7000_utility6.gif" alt="" width="300" height="170" align="absmiddle" /></div>
<div style="text-align: center;">Selecção da entrada e pesquisa da lista na mesma. Tocar Wav<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <img src="file/mep_7000_utility5.gif" alt="" width="300" height="170" align="absmiddle" /><br /></div>
<div style="text-align: center;">Playlist e tipo de Mistura automática - auto mix<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <img src="file/mep_7000_pod.jpg" alt="" width="449" height="300" align="absmiddle" /><br /></div>
<div style="text-align: center;">Ligado a um Ipod<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <img src="file/mep_7000_utility4.gif" alt="" width="300" height="170" align="absmiddle" /><br /> Pesquisa num Ipod<br /> <br /> <br /> <br /> <br /></div>
<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />
<div style="text-align: center;"><img src="file/mep_7000_utility3.gif" alt="" width="300" height="170" align="absmiddle" /></div>
<div style="text-align: center;">Deck A : Scratch Effects - Deck B : Jog Break Effects<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <img src="file/mep_7000_utility2.gif" alt="" width="300" height="170" align="absmiddle" /><br /> Tocar ficheiros ACC de 1 Ipod, com artwork visivel<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <img src="file/mep_7000_utility1(1).gif" alt="" width="300" height="170" align="absmiddle" /><br /> Menu de Utility e configurações<br /></div>
<br /> <br /> Para além de tudo isto podemos também encontrar todas as outras características clássicas nos leitores da marcaAnd there are also the obvious Pioneer CDJ Features :<br /> <br /> Autocue<br /> Autocue continue - Pressionar cue sem soltar  e depois carregar play sem soltar nunca soltar permite que a música continue a tocar.<br /> <br /> Autoresume - Se um Cd for ejectado acidentalmente e for inserido logo de seguida, recomeça de onde foi ejectado<br /> <br /> Jog Wheel - Comportamento semelhante ao CDJ-400 / 800 / 1000 (pitch-bend e emulação de vinil)<br /> <br /> Tempo Control - Pitch fader de 6 cm.<br /> +/- 6% : 0.02%<br /> +/- 10%: 0.05%<br /> +/- 16%: 0.05%<br /> WIDE : 0.5% em CDs de audio; -100% / +70% para MP3<br /> <br /> Saída Digital<br /> <br /> Anti-Vibração - O sistema de suspensão do mecanismo de leitura previne quase na totalidade que o som tenha saltos ou falhas mesmo quando sujeito a grandes vibrações!<br /> <br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Previsão de disponibilidade deste produto : Junho 08</span><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">A ideia que parece estar a vingar é que o produto será vendido sobre duas formas, uma será o MEP-7000 (gaveta mais controlador), outra será o controlador em conjunto com o software DJS da Pioneer.</span><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">Preços estimados :</span><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">MEP-7000 - &euro; 1849</span><br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">SEP-C1 - &euro; 949</span><br /> <br /> <br /> <br /></div>
<br /></div>
</div>]]></description>
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